quinta-feira, 30 de abril de 2020

Cascabulho ‎- (1998) Fome Dá Dor De Cabeça


Wikipédia: "Cascabulho é um grupo recifense de manguebeat, fundindo ritmos tradicionais, tais como o coco, o baião e o maracatu. O grupo existe desde 1995, e é um nome conhecido do gênero manguebeat, sendo indicado ao Grammy Latino pelo disco 'É Caco de Vidro Puro'. O grupo surgiu com um trabalho que girava em torno do mito de Jackson do Pandeiro, sem, no entanto, prender-se a ele e deixar de aflorar a personalidade singular 'cascabulhesca'. Formado, inicialmente, por Silvério Pessoa (percussão e voz), Jorge Martins (percussão e vocal), Marcos Lopes (percussão, guitarra e vocal), Wilson Farias (percussão, bateria e vocal), Kléber Magrão (percussão, teclado e vocal) e Lito Viana (baixo, cavaquinho e vocal), o Cascabulho foi a revelação do Abril Pro Rock em 1997, participou do Free Jazz Festival deste mesmo ano e, ainda sem ter gravado um CD, viajaram para a Europa e Canadá. Em 1998 lançaram, ainda com a primeira formação, o CD 'Fome Dá Dor de Cabeça'. Com esse disco, ganharam o Prêmio Sharp de Melhor Álbum Regional e Melhor Canção Regional, com a música 'Quando Sonhei que era Santo' [...]."

Cascabulho ‎- (1998) Fome Dá Dor De Cabeça:

01 Vovó Alaíde
02 A Mulher De Mané
03 17 Na Corrente
04 Na Bocada Da Mata
05 Clementina De Jesus No Morro Da Conceição
06 Boi Catimbó
07 Quando Sonhei Que Era Santo
08 Festança No Canavial
09 Poeira No Terreiro
10 Balanço De Maria
11 Vendedor De Amendoim
12 Xodó Do Sanfoneiro
13 Pau De Quiri
14 Prosa De Rio É Oferenda De Siri

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O artista não possui página oficial, portanto, apenas siga o fluxo!

segunda-feira, 30 de março de 2020

Banda Jazzco - (2010) Fevereiro


Do site oficial da banda: "A Banda Jazzco formou-se em 1974, pela união de músicos com um interesse comum em desenvolver um trabalho de criação própria, livre de parâmetros ou determinações [...]. Após uma evolução musical, o trabalho instrumental sugerido por cada elemento, flui para um ambiente de criação coletiva, [...] e, tende a uma orientação de ritmos e texturas brasileiras, sob a forma jazzística, [...] Hoje, após muita música, algumas pausas e depois de apresentações  em teatros, TVs, parques, clubes, bares e etc, soma-se à experiência e evolução musical dos seus componentes, [...], um amor intenso pela música, que é o laço mais forte, além da amizade, de união da banda. A formação atual é: Amador Bueno (baixo), [...], Vitor Alcântara (sax alto, sax soprano e flauta), [...] Fábio Oriente (guitarra) e Todd Murphy (trombone), completando a formação vieram Junior Galante (trompete), Samuel Pompeo (sax tenor), Chico Macedo (sax barítono, flauta e pícolo), Pepa D'Elia (bateria), Rafael Toledo (percussão), João Lenhari (trompete) e Iuri Salvagnini (piano). [...]".

Banda Jazzco - (2010) Fevereiro:

01 Fevereiro
02 Novo Brasileiro
03 3 Jeitos
04 Na Capital
05 Sambalombra
06 Jogando Brasa
07 Campo De Trigo
08 Cogumelo Tropical

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Apresentação no Programa Instrumental SESC Brasil:



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sábado, 29 de fevereiro de 2020

Antibalas - (2020) Fu Chronicles


A banda estadunidense de afrobeat, Antibalas, está comemorando seu vigésimo ano de carreira com o lançamento de Fu Chronicles, seu oitavo álbum, provando que ela ainda está firme e forte nos paranauês do groove e swing. Embora a banda seja conhecida por seus exuberantes shows ao vivo, este trabalho com apenas seis músicas da Daptone Records é uma exibição vibrante do que o Antibalas faz de melhor, fundindo o espírito e a alma de Fela Kuti com sons funk modernos. O tom é definido desde o início com a forte Amenawon, que contém linhas de metais brilhantes e excelente percussão durante seus oito minutos de duração. Força anímica transbordante; beleza fluindo naturalmente em cada combinação rítmica; sonoridade fascinante e hipnótica que te prende por toda a bolacha; mais um trabalho que não decepciona! Antibalas está nessa empreitada há vinte anos, e o tempo não embotou seus sentidos, missão ou talento. Fu Chronicles condensa o seu melhor, continuando a bombar com sua atitude, consciência e musicalidade deliciosamente dançante.

Antibalas - (2020) Fu Chronicles:

01 Amenawon
02 Lai Lai
03 MTT Pt. 1
04 MTTT Pt. 2
05 Fight Am Finish
06 Fist Of Flowers

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Tudo colorido! (faixa Fight Am Finish):



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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

New York Ska-Jazz Ensemble - (1996) Low Blow


New York Ska-Jazz Ensemble é uma renomada banda skazeira, que desde 1994, vem nos presenteando com várias bolachas de alta qualidade. Low Blow é o seu segundo saboroso álbum de estúdio. Tem como integrantes: Rocksteady Freddie no saxofone e no vocal, Ric Becker no trombone e no vocal, Alberto Tarin na guitarra e no vocal, Earl Appleton no teclado, Wayne Batchelor no baixo, e Yao Dinizulu na batera. Eles têm realizado regulares turnês por toda a Europa, Estados Unidos e América Do Sul. Por sua alta energia, originalidade, e criatividade transparente numa potente mistura de dance hall, reggae, rocksteady e jazz, ganharam entusiasticamente a aclamação da crítica. Suas performances bombaram em festivais como: The North Sea Jazz Festival, Montreal Jazz Festival, The Quebec Festival De Musique, Musiques En Ete (Genebra), The Bob Marley Reggae Festival, e muitos outros festivais de jazz nos Estados Unidos. -  E, cá entre nós, louvadores da boa música, sabemos que o blog Santería não decepciona e lhe trouxe hoje mais uma bolachinha indispensável! Deguste-a!

New York Ska-Jazz Ensemble - (1996) Low Blow:

01 Low Blow
02 Jive Samba
03 Mr. Pitiful
04 Centrifuge
05 Walkin'
06 Nasty by Nature
07 Teardrops From My Eyes
08 Gene Ammons
09 Naima
10 Professor Bebop
11 Hawaii
12 Yo' Mama
13 Blow Wind Blow
14 Blue Lunar Ska

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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Thank You Scientist - (2016) Stranger Heads Prevail


No último dia do ano, uma última postagem bem especial para você, caro leitor santérico. O derradeiro disco é uma descoberta que muito me impressionou já há um tempo. Stranger Heads Prevail é o espetacular segundo trabalho dos estadunidenses do Thank You Scientist. Extrapolando os limites mais ou menos genéricos do rock progressivo, estes camaradas usam e abusam do experimentalismo e trazem uma sonoridade ímpar que acrescenta miríades de temperos virtuosísticos muito bem escolhidos e colocados no seu caldeirão alquímico sonoro. Desde pegadas fortes e furiosas do metal até as sofisticações elegantes e técnicas do jazz. Eis uma já antiga fusão bombástica que dá muito certo e que aqui assume novas combinações junto à malabarismos espiralados e circenses. A banda possui sete integrantes, incluindo instrumentistas não tão comuns neste gênero: trompete, saxofone, cítara e violino elétrico. É evidente a paixão que carrega e energiza o disco; e tudo executado com primazia e requinte estético. Um trabalho bonitão para fechar esse ciclo. E na medida do possível, tenha um feliz ano novo!

Thank You Scientist - (2016) Stranger Heads Prevail:

01 Prologue: A Faint Applause...
02 The Somnambulist
03 Caverns
04 Mr. Invisible
05 A Wolf In Cheap Clothing
06 Blue Automatic
07 Need More Input
08 Rube Goldberg Variations
09 Psychopomp
10 The Amateur Arsonist's Handbook
11 ...Epilogue: And The Clever Depart

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

The Gourishankar - (2015) The World Unreal


O segundo disco dos russos do The Gourishankar2nd Hands, que eu postei por aqui há um tempinho atrás, me impressionou bastante e fiquei pensando nele um tempão. Um rock progressivo diferentão e cheio de beleza; bem feito e com passagens impressionantes que davam aquele gostinho de "quero mais". Já o seu terceiro álbum intitulado The World Unreal, vira tudo de ponta cabeça e nos oferece uma proposta arriscada e completamente diferente da de antes. Não sei o porque as bandas quando querem dar uma experimentada, sempre caem no feitiço da música eletrônica. Em The World Unreal essa tentação experimental ainda flerta com ligeiros maneirismos pop que soam meio esquisitos e clichês em comparação ao que se ouve em 2nd HandsThe World Unreal buscou um caminho mais futurista e industrial para fugir dos lugares comuns que o estilo da banda teria a oferecer; para mim fugiu muito do que eu esperava ouvir, mas ainda assim é um disco interessante. Em alguns momentos chega a me lembrar brisas nostálgicas dum new wave oitentista; algo que achei bem  interessante. Confira aí!

The Gourishankar - (2015) The World Unreal:

01 Intro - Fate
02 Order And Chaos
03 First Rush
04 Let It Go
05 Place For Everything
06 Heartland
07 Truth Stays Silent
08 World Unreal
09 Time Follows
10 Pleasure And Suffering - Part 1
12 Pleasure And Suffering - Part 2

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domingo, 29 de dezembro de 2019

The Butterfly Effect - (2003) Begins Here


Mais uma banda australiana para deixar este blog ainda mais lindo e maravilhoso. The Butterfly Effect é nome da empreitada. Os camaradas aqui fazem um som na linha progressiva alternativa meio Tool, meio Karnivool, meio Deftones, com melodia e melancolia, com peso e passagens viajantes e flutuantes. Begins Here é o primeiro álbum do projeto. Com uma alta dosagem de rock alternativo que se mescla singelamente com elementos do progressivo, o disco desenvolve-se sem pressa, numa aura ascendente, trazendo efeitos ambientais e expansivos em riffs cheios de simples progressões crescentes e melodias espaçosas. O trabalho guarda um ar tristonho e nostálgico, e um groove parafraseador de balanços dançantes que em certos momentos nos lembra o saudoso new metal. O disco é daqueles que conseguem desenhar paisagens oníricas em nossas mentes enquanto o escutamos; tipo passeios de carro numa bela estrada costeira. Se você estiver à toa e sem muito o que fazer num Domingo a noite silencioso e triste, esta bolacha pode ser uma ótima companheira junto com uma boa cerveja.

The Butterfly Effect - (2003) Begins Here:

01 Intro
02 Perception Twin
03 Consequence
04 One Second Of Insanity
05 Crave
06 Beautiful Mine
07 Filling Silence - Intro
08 Filling Silence
09 Always
10 Without Wings
11 Overwhelmed
12 A.D.
13 Outro

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