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sábado, 31 de agosto de 2024

Spike 1000 - (2001) Waste Of Skin


Um disco lindo do meu Deus! Uma representação absoluta do que mais amo num excelente álbum de rock alternativo. Trabalho pouquíssimo conhecido e desprezado pelos conhecedores do gênero. Temos aqui o estupendo primeiro e único disco oficial, intitulado Waste Of Skin, da já extinta banda estadunidense Spike 1000. Na verdade este seria a segunda bolacha deles, mas a primeira mesmo eu nem considero, pois ela tem uma porção de músicas que foram regravadas aqui com uma qualidade muito melhor. A banda foi formada no início dos anos 90 em Bakersfield, CA (a mesma cidade natal do Korn) e foi forçada a ser paciente enquanto várias bandas ao redor deles cresciam e alcançavam a fama antes mesmo de serem reconhecidas. Liderada pela vocalista Shannon Harris, que quase pode ser confundida com uma voz masculina no disco pelo seu timbre rouco (e eu adoro esses timbres roucos femininas), a banda ainda contava com Bill Thompson na guitarra, "Mfat" no baixo, e Jeff Jones na bateria. Se você curte uma pegada ao estilo Helmet, cheia de groove e com peso, simples e direta, aqui o prato está supimpa!

 Spike 1000 - (2001) Waste Of Skin:

01 Manwhore
02 Make Me Suffer
03 Sucking Spikes
04 Measure Me
05 Element
06 Nowhere
07 Take Me Over
08 Spare Change
09 Tore Up
10 Prime

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O artista não página oficial.

Baixar MP3 é coisa do passado, meu camarada!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Lampirônicos - (2001) Que Luz É Essa?


No começo dos anos 2000 a experimentação estética do rock brasileiro dos anos 90 ainda continuou rendendo muitos frutos. E os baianos dos Lampirônicos é um exemplo delicioso desses novos e já velhos sabores saborosos da época. É uma pena que bandas como essa tiveram duração tão curta. Duraram pouco, mas deixaram discos que para mim entraram na lista de melhores trabalhos de todos os tempos na história do rock brasileiro. Que Luz É Essa? é o primeiro álbum do grupo, lançado em 2001 ainda traz muito do espírito descontraído e experimental dos anos 90. Aqui o rock se mistura técnica e lindamente com o forró, o baião, a música caipira e outros tradicionalismos regionalistas culturais. Tudo isso num corpo musical comercial e ao mesmo tempo alternativo. Traz duas versões musicais gostosamente atualizadas de Raul Seixas e Alceu Valença, respectivamente Que Luz É Essa? e Espelho Cristalino. Aqui a letras já superam aquela onda besteirol noventista e apresentam reflexões e aspirações mais sublimes. Se tu não conheces ainda esse belíssimo exemplar da música brasileira, o convite agora está feito! 💡

 Lampirônicos - (2001) Que Luz É Essa?:

01 Aboio Nova Era
02 Que Luz É Essa?
03 Pop Zen
04 Olhou Pro Céu
05 Logo Eu
06 Baxô Caboco
07 Mestiça Raiz
08 Curupira
09 Forró Dos Dois Irmãos
10 Céu De Reis
11 Espelho Cristalino
12 Seo Zé
13 Zeca Diabo
14 Rochas Estelares

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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Jamiroquai - (2001) A Funk Odyssey

 

Retorno este mês iniciando os trabalhos com mais uma postagem de entrada com o excelente grupo britânico de acid jazz, Jamiroquai. Jamiroquai é um grupo com os pés firmemente plantados na era funk dos anos setenta, embora nessa época, Jason Kay, vocalista e líder da banda, fosse apenas uma criança no auge do movimento funk. Jason nasceu em Manchester, Inglaterra, e foi criado por sua mãe, uma cantora de jazz de boate, o que provavelmente influenciou muito seu estilo. Aos 15 anos, sozinho e sem-teto, J.K. acabou na prisão várias vezes e a certa altura quase foi assassinado antes de decidir voltar para a liberdade e se dedicar a carreira musical. O nome da banda, Jamiroquai, vem combinação das palavras jam com o nome da tribo nativa americana Iroquais. A Funk Odyssey é o quinto álbum do grupo e nele podemos ouvir o habitual groove e swing malemolentes das bolachas anteriores mais influências latinas com elementos de disco, rock clássico e muita da habilidade vocal de J.K. em criar um conjunto incrível de melodias dançantes. Certamente, um álbum todo brilhante, cintilante e iluminado! 🌞

Jamiroquai - (2001) A Funk Odyssey:

01 Feel So Good
02 Little L
03 You Give Me Something
04 Corner Of The Earth
05 Love Foolosophy
06 Stop Don't Panic
07 Black Crow
08 Main Vein
09 Twenty Zero One
10 Picture Of My Life

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Fluinnnnnnn...do!


Bossa Nova, Stevie Wonder e a busca da visão!


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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Papa Grows Funk - (2001) Doin' It


Papa Grows Funk é uma banda de soul-funk de New Orleans, Louisiana. Fundada pelo vocalista John "Papa" Gros no início de 2000, desenvolvendo-se a partir de uma série de jam sessions de segunda à noite dirigidas por Gros no Maple Leaf Bar de New Orleans. Gros convidava alguns amigos para tocar, e as jams improvisadas se tornaram um elo comum para um punhado de músicos, incluindo o guitarrista June Yamagishi, o saxofonista Jason Mingledorf, o baixista Marc Pero e o baterista Jeffery "Jellybean" Alexander, que agora compõem a formação do grupo. O que é ótimo sobre o seu álbum de estreia Doin’ It, é que, embora estejam firmemente enraizados na tradição do funk, eles não têm medo de se aventurar no rock, blues ou até mesmo em territórios mais pantanosos e experimentais. Essas incursões fora da linguagem funk não são meros caprichos, mas composições totalmente desenvolvidas e tocadas com imaginação, zelo e maturidade. Temos aqui um daqueles trabalhos que é para você pegar sua cervejinha, ficar de boas no conforto de sua casinha e relaxar voando longe com as tecnicidades performáticas. ⭐

 Papa Grows Funk - (2001) Doin' It:

01 Pass It!
02 In The Weeds
03 Junker Man
04 Chank
05 Dimples
06 Chop
07 Ridin' Thru The Mountains
08 Thump
09 I Got The Blues Over You
10 Mardi Gator
11 Slyncopate
12 Fire In The Garage
13 Who's Knockin At Your Door
14 Doin' It

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Orgone - (2001) Orgone


Orgone é uma banda estadunidense de soul-funk. Este é o seu primeiríssimo álbum auto-intitulado lançado no ano de 2001. De lá para cá a banda lançou outras preciosidades que vale a pena você dar uma conferida. Sempre seguindo um estilo mais eclético e diversificado do soul-funk, a banda ousa experimentar com precisão técnica e performática, miríades de ritmos que junto com o funk fizeram sucesso nos idos dos anos 60 e 70. Soul-funk, jazz, afrobeat e rock psicodélico entram com esplendor no menu dessa rapaziada. Este álbum traz a simplicidade e objetividade de elementos essenciais que a banda desenvolveu com ascendente evolução em seus ulteriores trabalhos. Com apenas nove faixas inteiramente instrumentais, o disco se parece com um ensaio de amigos onde floreios experimentais delineiam-se despretensiosos na busca de uma sonoridade crua, limpa e singela, que de forma natural encontra o seu caminho estético. Bons discos são feitos assim: sem preocupação, na tranquilidade, e seguindo o fluxo natural da inspiração. Puro relax nessa bolacha. Abra uma breja e sinta a brisa!

Orgone - (2001) Orgone:

01 Nasty Hats
02 Kama Sutra
03 Downtime
04 Captain´s Log
05 Deep Wank
06 Hott Karl
07 Soul Strut
08 Hambone 2000
09 Dub Karl

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

American Head Charge - (2001) The War Of Art


Dando continuidade ao meu trabalho irrelevante de opinar sobre discos, hoje trago mais uma bolachinha que transcendeu o período afamado infame nu-metalístico e fincou seus alicerces no panteão de discos passados que ainda valem a pena ser ouvidos. The War Of Art, primeiro trabalho dos estadunidenses do American Head Charge, na real é um álbum exuberante que muito reflete os experimentos industrias da moda do começo dos anos 2000. Abarcando com exatidão e beleza grotesca as influências do gênero industrial anos 90 com os floreios pesados, eletrônicos e cheios de groove do nu-metal, criaram um álbum que dificilmente você não deixará de ouvir do início ao fim numa paulada só. Com várias passagens que nos lembram os momentos mais empolgantes e pesadões dum Faith No More misturado com vocais urrados, rasgados e limpos, viajamos em balanços arrebatadores de breakdowns e flutuações tecladísticas ascensionais. E ainda mais modestos efeitos eletrônicos com chiados, apitos e samples doidões! Temos aqui um disco que até hoje é um dos meus favoritos e mais escutados.

American Head Charge - (2001) The War Of Art:

01 A Violent Reaction
02 Pushing The Envelope
03 Song For The Suspect
04 Never Get Caught
05 Self
06 Just So You Know
07 Seamless
08 Effigy 23
09 Americunt Evolving Into Useless Psychic Garbage
10 Shutdown
11 We Believe
12 Breathe In, Bleed Out
13 Fall
14 Reach And Touch
15 All Wrapped Up
16 Nothing Gets Nothing

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Drowning Pool - (2001) Sinner


A essência do que um dia foi o projeto original da banda estadunidense Drowning Pool, está contida unicamente neste seu primeiro álbum aqui, Sinner. É o disco com os vocais do excelente e infelizmente já falecido, Dave Williams. O que há de excepcional e elemento de destaque neste trabalho é justo as linhas de vocais que contrapõem-se elegantemente ao excelente instrumental. Temos aqui um disco que com certeza ficou no hall de melhores do nu-metal, no entanto, também figura-se como mais um que transcende o estilo e fica como preciosidade nas obras do alternative rock. As composições são simples, porém muito bem elaboradas com grooves inteligentes e passagens super envolventes. Dave Williams colocou uma deliciosa dramaticidade raivosa misturada a sutilizações irônicas e melódicas em seu canto, criando uma atmosfera hipnótica que jamais serão reproduzidas novamente com tanta excelência. Minhas bandas favoritas desse período sempre eram as que possuíam apenas um guitarrista, e assim, conseguiam criar álbuns com magníficas estruturações de riffs cativantes e melodiosos. Esse álbum é assim também.

Drowning Pool - (2001) Sinner:

01 Sinner
02 Bodies
03 Tear Away
04 All Over Me
05 Reminded
06 Pity
07 Mute
08 I Am
09 Follow
10 Told You So
11 Sermon

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Esta tornou-se um clássico da época! (faixa Bodies):



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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Boy Hits Car - (2001) Boy Hits Car


Já faz tempo que a moda das bandas nu-metal acabou. Para muitos, graças a Deus! Claro, uma hora ou outra essa bagaça acabaria; nada é para sempre. Entretanto, nada mais gostoso do que depois de ter passado uma moda musical, poder voltar os ouvidos para certas coisas e redescobrir tesouros que hoje em dia com um senso crítico mais apurado e maduro, se mostram de qualidade superior atravessadora dos tempos e mesmo elevadas para aquela própria época. Logicamente, o disco de hoje é um dos que se encaixam nessa descrição: o segundo álbum auto-intitulado dos estadunidenses do Boy Hits Car. Eles nunca mais conseguiram repetir o que foi elaborado aqui. Provavelmente continua sendo o melhor trabalho deles. Já nem mais coloco o rótulo de nu-metal nisso aqui; é um álbum que transcendeu o período no qual nasceu. Vocais deliciosos em melodias maravilhosas delineiam-se do início ao fim, executados por Cregg Rondell. Riffs de guitaara simples, mas extremamente fortes e melodiosos; misturas inusitadas com cítaras indianas e muito groove pesadão. Um belo disco que ainda vale a pena ser escutado.

Boy Hits Car - (2001) Boy Hits Car:

01 The Rebirth
02 Lovecore (Welcome To)
03 As I Watch The Sun Fuck The Ocean
04 I'm A Cloud
05 Man Without Skin
06 A Letter From Prison
07 Unheard
08 Going To India
09 Turning Inward
10 Benkei
11 Before We Die

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Antibalas - (2001) Liberation Afrobeat Vol. 1


Novamente temos aqui mais um afrobeat de inegável qualidade. Os discos do grupo norte-americano Antibalas podem ser ouvidos sem nenhuma preocupação de se decepcionar; só tem coisa fina na bagagem dessa rapaziada. São tão fidelíssimos ao estilo que eu até juraria ser uma banda tradicional do afrobeat africano, se não soubesse que é estadunidense. Como quase tudo em boa parte deste gênero, não faltará ao ouvinte os maravilhosos elementos de um digno afrobeat. Batucadas tribais para nenhum terreiro de Candomblé botar defeito; guitarrinhas swingadas cheias de balanço; cantos em sotaque anglo-africano; vozes corais para repetir frases de efeito em letras politizadas; metais arrasadores solfejando melodias virtuosas; órgãos psicodelicamente calibrados; e canções long version para fazê-lo viaaaaaaaaaajar bastante. Liberation Afrobeat Vol. 1 é o debut álbum do grupo. Esse é o disco mais roots da banda. E essa é mais uma daquelas bolachinhas musicais que dá vontade de colocar no som do carro para embalar uma viagem improvisada e sem destino de fuga da Babilônia. Tchau e bênção!

Antibalas - (2001) Liberation Afrobeat Vol. 1:

01 Si, Se Puede
02 Dirt And Blood
03 Battle Of The Species
04 N.E.S.T.A. (Never Ever Submit To Authority)
05 Musicawi Silt (Live At The Jazz Café, London)
06 Uprising
07 El Machete
08 World War IV (Live At The Jazz Café, London)

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Koenjihyakkei - (2001) Nivraym


Koenjihyakkei é um projeto japonês do baterista e compositor Tatsuya Yoshida, que já havia tocado e experimentado muito em seu outro projeto, Ruins; apenas nesse grupo ele estava indo para o caminho do rock-progressivo com hardcocre, fazendo uma música bem perturbadora, estridente e desenfreada. Koenjihyakkei não perde essas características e as incrementa com mais rock-progressivo sinfônico e alguns elementos subliminares de jazz-fusion. Todas as músicas são cantadas em uma língua inventada inteiramente por Tatsuya Yoshida. Nivraym é o terceiro álbum do projeto, lançado originalmente em 2001 e em 2009 reescrito. O impressionante nesse álbum são as mudanças e desenvolvimentos em escalas complexas, linhas melódicas espiraladas em vários momentos, e um trabalho vocal agradável e polido tendendo a ópera. Com combinações de teclado e sintetizador melodiosos em refrões pegajosos, momentos rápidos de loucura, energia e muito dinamismo esquizofrênico pululante, temos um disco de beleza poética unida a violência experimentalista dum avant-garde tenebroso e jazzístico.

Koenjihyakkei - (2001) Nivraym:

01 Nivraym
02 Becttem Pollt
03 Lussesoggi Zomn
04 Vissqauell
05 Mederro Passquirr
06 Axall Hasck
07 Maschtervoz
08 Gassttrumm
09 Vallczeremdoss

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terça-feira, 19 de junho de 2018

10 Ft. Ganja Plant - (2001) Hillside Airstrip


Minhas bandas favoritas de reggae geralmente são aquelas que extrapolam suas barreiras estilísticas e se aventuram em experimentos diversos, mas sem perder a essência do gênero. Os camaradas do 10 Ft. Ganja Plant são com certeza um exemplo do que falo. A banda estadunidense da cidade de Boston faz um som deliciosamente empolgante, gostoso e com experimentalismos na medida certa. Reggae-roots que passeia por elementos dub e os tempera com psicodelias suaves e brisantes. Hillside Airstrip é o segundo álbum do grupo e tem dez faixas que são um capricho só! Tudo bem redondinho e encaixado no lugar certo; músicas que combinam-se de maneira deleitosa e criam um ritmo e atmosfera relaxante para nos embriagar por seus aproximadamente cinquenta minutos de viagem. Outros elementos jamaicanos também aparecem nessa bolacha para recheá-la com mais diversidade e alegria: sutilezas dançantes do rocksteady e refinamentos positive vibrations do ska. São várias as lindas passagens desse trabalho, carregadas de destaques para o instrumental que nos faz voar alto, muito alto!

10 Ft. Ganja Plant - (2001) Hillside Airstrip:

01 Long Time Ago
02 Pure Sugar
03 Jah Will Go On
04 Time I Know
05 Soul Love
06 Two Bulls
07 Walkey Walk Tall
08 Hillside Airstrip
09 Born Free
10 New Day

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Quantic - (2001) 5th Exotic


Este é o álbum de estreia do multi talentoso músico e produtor Quantic. Tendo completado 21 anos no momento da conclusão, este álbum foi uma indicação positiva das coisas a seguir. 5th Exotic combina uma variedade de influências, do jazz ao soul, do funk ao hip-hop. Todas as faixas têm fortes elementos musicais e uma variedade de ritmos, onde cada música tem uma conexão que faz o álbum funcionar como um todo. É difícil escolher faixas favoritas, pois todos os que ouvem o álbum expressam uma opinião diferente. A faixa-título combina os sons duma audição fácil com as batidas do hip hop. Infinite Regression apresenta frases soltas com ambientações sinistras. Life In The Rain é um enorme hino de nigthclub trabalhado em pistas de dança por todo o mundo. Through These Eyes é um meio rock com seu contrabaixo e gancho de piano combinados com breakbeats. Time Is The Enemy é simplesmente uma bela música que recebeu o apoio sincero de uma variedade de notáveis DJ's chillout. No geral, 5th Exotic é um álbum de estreia realizado com uma sonoridade e estilo verdadeiramente originais.

Quantic - (2001) 5th Exotic:

01 Introduction
02 The 5th Exotic
03 Snakes In The Grass
04 Infinite Regression
05 Life In The Rain
06 Long Road Ahead
07 Common Knowledge
08 The Picture Inside
09 Through These Eyes
10 Time Is The Enemy
11 In The Key Of Blue
12 Meaning

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segunda-feira, 23 de abril de 2018

St. Petersburg Ska-Jazz Review - (2001) St. Petersburg Ska-Jazz Review


Em 2001, o famoso grupo russo de ska-punk Spitfire iniciou um projeto chamado St. Petersburg Ska-Jazz Review em colaboração com membros da banda afro-caribenha Markscheider Kunst, de São Petersburgo. A ideia inicial era criar um grupo para tocar versões de clássicos do jazz, como Sidewinder, Corcovado, Four com melodias do ska original. O line-up da banda incluía saxofone barítono, percussão e músicos do Markscheider Kunst, assim como todos os membros do Spitfire. Logo após o lançamento desse seu primeiro álbum auto-intitulado, a vocalista americana Jennifer Davis se juntou a banda, e eles começaram a trabalhar em seu segundo álbum. St. Petersburg Ska-Jazz Review é uma banda que atravessa fronteiras, tanto musicalmente quanto fisicamente, com uma fusão dinâmica que contrasta harmonias doces e polirritmias de difíceis conduções, improvisação e orquestração justa e tecnicamente no ponto. Do leste ao oeste, juntando-se ao esplendor feminino de Davis, criaram uma música ferozmente energética e inspiradora que transcende os limites ditados pelo gênero.

St. Petersburg Ska-Jazz Review - (2001) St. Petersburg Ska-Jazz Review:

01 Trip Back To Childhood
02 Four
03 Night On The Bus
04 St. Petersburg Ska-Jazz Review
05 John Jones
06 Pollution
07 King Solomon
08 Anarchy In The U.K.
09 Dr. Ring Ding
10 Corcovado
11 Sidewinder
12 More
13 Umka

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domingo, 15 de outubro de 2017

Skalariak - (2001) En La Kalle


Skalariak é uma banda espanhola de ska formada em 1994 pelos irmãos Juantxo Skalari e Peio Skalari, e como podemos ver, já traz o ska até no nome dos fundadores da parada, rsrsrs. Em seus trabalhos podem ser encontrados a influência e o desdobramento de estilos como o punk rock e o reggae. En La Kalle é o quarto álbum da banda e um dos seus mais conhecidos. O sacode-pra-lá e sacode-pra-cá na malemolência dançante são a essência do gênero, e aqui ele recebe um tempero especial com letras engajadas e politizadas na linha do bom humor. A produção nos apresenta uma estética crua e bruta numa organicidade muito próxima da sonoridade ao vivo, e o que dá uma atmosfera bem íntima do punk rock. O ritmo da bolacha é sempre para o alto e mantém firme a pegada despojada de baile underground de pubs alternativos; e na fluência da audição dá até para imaginar os pogos skapunks em danças malucas pelo salão, rsrsrs. A jovialidade energética perpassa toda a bolacha e deixa registrado um momento de descontração e de catarse rebelde onde voltamos à adolescência ativista de sonhos inconsequentes.

 Skalariak - (2001) En La Kalle:

01 Sarrera III
02 Estoy De Revuelta
03 Oligarquía
04 En La Civilización
05 Skalari Rude Klub (S.R.K.)
06 Ruido
07 Quién Nos Ha Robado
08 Nuestra Manifestación
09 Emakume Askea... Lur Askea
10 La Makina Ska
11 Vodka Revolución
12 Plaza Gorria
13 Eguzkitan Edan
14 La Kalle Ska

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Tool - (2001) Lateralus


Músicas Em Foco: "[...] A capa do álbum foi produzida por ninguém menos que o artista plástico e guru lisérigo Alex Grey. Tool é uma banda dos Estados Unidos formada por Maynard James Keenan, Danny Carey, Adam Jones e Justin Chancellor. Durante a década de 90 e 00 o grupo se firmou no monte do Olimpo do metal impondo sua sonoridade pesada e atmosférica. Lateralus é na minha opinião o melhor álbum da banda, e uma das obras primas da década de 2000. [...] Existe um estranha continuidade misteriosa que envolve todas as faixas. E essa continuidade vai além de o final de uma composição ser o prelúdio ideal para a próxima, estou falando de algum tema ou motivo que permanecem constantes durante todo o álbum. [...] Lateralus é um álbum capaz de fluir do metal mais pesado àquilo que há de mais leve. E o mais alucinante é a habilidade que a banda tem de construir a atmosfera, elevando o som, pouco a pouco, e cada vez mais, a níveis estratosféricos e colossais. [...] O álbum foi premiado com Grammy para a Melhor Performance de Metal. [...]" - Amo com todo meu coração!

Tool - (2001) Lateralus:

01 The Grudge
02 Eon Blue Apocalypse
03 The Patient
04 Mantra
05 Schism
06 Parabol
07 Parabola
08 Ticks And Leeches
09 Lateralus
10 Disposition
11 Reflection
12 Triad
13 Faaip De Oiad

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Basement Jaxx - (2001) Rooty


Quando penso em música eclética, uma das primeiras coisas que me vem a mente é o trabalho da dupla de DJs britânicos do Basement Jaxx. Para esses camaradas parece não existir limites para o experimento com misturebas alucinantes. Dançantes e alegres em muitos momentos, soturnos e pesados em momentos outros, e sempre cheios de jovialidade e fascinante descontração. Em Rooty, o segundo álbum da dupla, aquela força alto-astral demolidora de mau-olhado e pensamentos ruins, também é trabalhada e executada de forma brilhante aqui, transformando o ambiente em volta numa nightclub onde a única preocupação é ser feliz, mesmo que por alguns minutos. Beats encorpados e gorduchos, recheados de groove e potentes boom-bass, incendeiam e incineram qualquer negatividade sorrateira que vier se intrometer no seu espaço. Múltiplas colagens e polifônicas combinações desenrolam-se sem freios em sedutoras sonoridades temperadas de sensualidade e samples safadinhos. Dance e House tunados com ecletismo experimental e descontrações sem compromissos. Dance!

Basement Jaxx - (2001) Rooty:

01 Romeo
02 Breakaway
03 SFM
04 Kissalude
05 Jus 1 Kiss
06 Broken Dreams
07 I Want You
08 Get Me Off
09 Where's Your Head At
10 Freakalude
11 Crazy Girl
12 Do Your Thing
13 All I Know
14 Romeo (Acoustic)

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Esse vídeo me dava medo, rsrsrs!



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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Niacin ‎- (2001) Time Crunch


O que falar de um disco que é cinco estrelas do início ao fim? Caramba! Nem sei por onde começar. Bem, a porradaria virtuosística quando começa não tem descanso, e é de fazer-nos perder o fôlego. Os tiozinhos do Niacin provam que é panela véia que faz comida boa! Uma batera porretísssima, um baixo incendiário e um teclado devasso, insano e viril. Falo de gente que toca com gosto e sem medo de mostrar que sabe tocar. Falo da audácia de ir além do que já se sabe e que busca ir além do além, para experimentar um pouco mais, e para ver no que vai dar. Time Crunch, o quarto álbum de estúdio desses camaradas, é uma violenta digressão de técnica e beleza instrumental. Coisa de fritadores de notas e desbravadores de escalas melódicas infinitas. Progressive rock e jazz fusion do Capiroto! Quente quentíssimo, pau pra toda obra! Dedilhados mortais nos teclados, viradas de bateria no capricho e com aquele requinte próprio do jazz, e o baixo encorpadão pra dar aquele peso e groove que a bolacha merece. Dificilmente você passará indiferente a esta chapuletada de proficiência técnica doutro mundo!

Niacin ‎- (2001) Time Crunch:

01 Elbow Grease
02 Time Crunch
03 Stone Face
04 Red
05 Invisible King
06 Daddy Long Legs
07 Hog Funk
08 Glow
09 Damaged Goods
10 Outside Inside Out

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Clube Do Balanço - (2001) Swing & Samba Rock


Do site do grupo: "A banda criada apenas para uma festa chegou ao seu quarto disco, trazendo como bagagem muitos shows apresentados pelo Brasil e pelo mundo. O Clube Do Balanço já esteve em vários países da Europa (Alemanha, Holanda, Áustria, Reino Unido, França, Espanha, Ilhas Canárias e Moscou), na Oceania a banda fez shows na Nova Zelândia e Austrália e na Ásia esteve em Singapura e China e continuam fazendo shows por todo o Brasil para o público que os consagrou desde o nascimento da banda em 1999 com a ideia de fazer um baile de samba-rock, mas a resposta do público foi tão boa que não podia parar por ali. [...] O primeiro álbum [...], Swing & Samba Rock, foi lançado em 2001, e teve participações de grandes artistas, tais como Erasmo Carlos que inclusive gravou com a banda sua própria música 'Mané João', assim como Marku Ribas também gravou 'Zamba bem', as participações continuam com Luiz Wagner, Seu Jorge, Max de Castro e Simoninha, Paula Lima, Ivo Meireles, Bocato (trombonista), Bebeto que, aliás, compôs 'Só Vejo Criola' exclusivamente para o Clube Do Balanço [...]".

Clube Do Balanço  - (2001) Swing & Samba Rock:

01 Palladiun
02 Paz E Arroz
03 Só Vejo A Criola
04 Mané João
05 Aeroporto
06 Zamba Bem
07 Saudade De Jackson Do Pandeiro
08 Coqueiro Verde
09 Falso Amor
10 Krioula
11 Trilha Guitarreira
12 Segura A Nega
13 Tequila

Deguste um fluxo:



Visite a página do artista: Clube Do Balanço

O link expirou, então, compre o disco!

sexta-feira, 11 de março de 2016

Mode Plagal - (2001) Mode Plagal III


Mode Plagal é uma pioneira banda grega de Jazz-Fusion e Jazz-Folk. Ela oferece uma abordagem única e original para o estilo de música tradicional. Seus diversos elementos próprios e muito bem característicos, a fizeram um sucesso e ter seus álbuns nas paradas de melhores discos da Grécia. Mode Plagal III é o terceiro álbum da banda. Este trabalho foi realizado com muito cuidado, pois visou a audiência de um público internacional, incluindo em seu material original, um encarte bilíngue em grego e inglês, contando a história da música grega vernácula. Seus integrantes são: Thodoris Rellos (saxofone e vocal), Kleon Antoniou (guitarra e vocal), Takis Kanellos (bateria), Antonis Maratos (percussão e baixo), Angelos Polychronou (percussão) e Florian Mikuta (teclado). A bolacha nos traz treze canções folclóricas que possuem participações especiais em algumas delas das cantoras gregas Yiota Vei, Savina Yannatou, Eleni Tsaligopoulou e Theodosia Tsatsou. Eu tenho certeza de que se você não conhece essa banda, o trabalho dela é algo do tipo que você ainda nunca escutou. Grandioso!

Mode Plagal - (2001) Mode Plagal III:

01 A Night In Karpenisia
02 Emena Mou To'Pan Ta Poulia
03 Nteli Papas (Papa Giorgis)
04 Lerikos
05 Kalanta Thrakis
06 Peristerouda
07 Stou Maurianou T'Aloni
08 Ta Paidia Tis Geitonias Sou
09 Trois Enfants De Voliotique
10 Maura Helidonia
11 Limnos
12 Feggaraki
13 Dimitro

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quarta-feira, 2 de março de 2016

Hypnotic Brass Ensemble - (2001) Flipside [Hypnotic Orange]


Este é o primeiro álbum da banda estadunidense de jazz-funk, Hypnotic Brass Ensemble. É um álbum sem título conhecido como Flipside [Hypnotic Orange]. Oito integrantes compõem o grupo, sendo sete deles irmãos e filhos de Kelan Phil Cohran, ex-trompetista do Sun Ra Arkestra. Uma batera, quatro trompetes, dois trombones, uma tuba sousaphone e uma outra barítono. Destruição total! Percorrendo as ruas de Chicago e os metrôs nova-iorquinos, essa galera tocava e hipnotizava o povão com suas deliciosas músicas só para levantar uma graninha. Logo, o resultado de talento, trabalho e merecimento, foi o inevitável sucesso nos palcos do mundo todo. Quem já conhece o estilo brass band, sabe que aqui encontrará a tradicional orquestração harmônica de instrumentos jazzísticos de sopro; uma orgia de acaloradas melodias virtuosísticas entrelaçando-se numa baita festança sonora. Isso ao vivo é tremendo! Virtuoso e contemplativo, pesado e magnético, explosivo e fascinante, hipnótico! Ora introspectivo e viajante, ora dando rápidos saltos de alegria, um bom disco para momentos de sossego deboísta.

Hypnotic Brass Ensemble - (2001) Flipside [Hypnotic Orange]:

01 Satty
02 She
03 Frankie Mae
04 Loudmouth
05 Flipside
06 1347
07 Caravan
08 Reggae
09 Todd (In Memory Of)

Deguste um fluxo:



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