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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Electro Deluxe - (2019) Apollo


Electro Deluxe é um grupo francês que mistura jazzfunk e hip-hop com influências que vão de Herbie Hancock à Buckshot LeFonque via Meshell Ndegeocello. Apollo é o charmoso sexto álbum de estúdio do grupo. Outra vez aqui, a virtuosidade instrumental está garantida em certeiros malabarismos técnicos. Apollo também aposta, e aposta bastante, num lado bem mais pop rock e num retorno aos experimentalismos eletrônicos presentes no seu primeiro álbum Stardown. Sob a direção do famoso beatmaker francês 20SYL, a missão da banda parisiense é relembrar memórias do futuro com as realidades do presente e explorar novas galáxias num som retro-futurista, entre um groove orgânico e perambulações digitais para criar um OVNI musical. Depois de quase 20 turnês ao redor do sol, o DNA do Electro Deluxe permanece o mesmo. Com uma seção rítmica impecável e buzinas supersônicas, todos onipresentes para aventurar-se nesta exploração intergaláctica. Apollo é a peça mais bem realizada do seu célebre catálogo de obras, numa tentativa de invocar e honrar a sua herança musical. 👨‍🚀

Electro Deluxe - (2019) Apollo:

01 Do Your Thang
02 Sleepwalking
03 Right Now
04 Hold On
05 118
06 Crying
07 Ball And Chain
08 Let It Fly
09 Space Invaders
10 Mr. High Roller
11 We're All In This Together
12 Ocean
13 Sunshine
14 Fly Away

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

Funk Trek - (2019) Plasticity


Hoje nesta véspera de Natal lhe deixarei com o interessantíssimo terceiro álbum intitulado Plasticity da interessantíssima banda estadunidense de funk fusion, Funk Trek. A proposta da bolacha é te envolver num clima de descontração e sossego que passeia por modestos experimentos grooves numa competente mistura de ritmos afins ao balanço do funkPlasticity tem a desenvoltura necessária para demonstrar com exatidão a elasticidade técnica dos músicos. A danada sai na dianteira mandando um soul funk requebrado, dá umas baforadas e acena para o afrobeat, passa por molejos marotos e plásticos dum funk mais tradicional, pimba gostoso num suave jazz, lança guitarrinhas fusion quase rock'n'roll, aventura-se em pirilampos fosforescentes picadinhos no eletrônico, e chamusca a rabeta com experimentalismos calientes da música latina. Tudo fluindo na manha do gato e no siricutico malicioso da serpente. Se aqui você já caiu na envolvência do swing, é a hora de agarrar sua madame pela cintura e no pé da orelha recitar James Brown: "Get up! I feel like being like a sex machine!". O camaleão na capa não é à toa! 🦎

 Funk Trek - (2019) Plasticity:

01 No Mo
02 Rust
03 Faucet
04 Shake It Down
05 Breathe
06 Communication
07 Urinal Cake Factory
08 Boogieman
09 Wind
10 Relative Motion
11 Natural Energy
12 Loving You
13 Moon
14 Celebrate

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

The Motet - (2019) Death Or Devotion


Em Death Or Devotion, o nono álbum do The Motet, traz a desenvoltura mágica da banda ao perfilar-se preciosamente pela tradição do funk fusion, executando mais uma vez de maneira magistral esse estilo que tanto amam. Cada faixa exala energia suficiente para sacudir o bumbum gostoso, graças às batidas herméticas da seção rítmica, as linhas de metais nítidas e brilhantes, e aos vocais comoventes e coloridos. Durante a sessão uma vibe de discoteca paira no ar, cujos os diversos arranjos são uma reminiscência anímica sinfônica dos anos setenta e as harmonias vocais crescentes derivam de homenagens aos clássicos dum Earth, Wind & Fire. Melodias mais descontraídas em certas passagens mostram uma harmonia na pegada Stevie Wonder e também apresentam o talento virtuosístico do novo membro da banda, Parris Fleming, no trompete. The Motet é mais um dos grupos que fazem parte de uma safra libertária e cósmica do cenário alternativo do novo fusion norte americano. Death Or Devotion veio para carimbar com gosto a habilidade criativa sem fim desse grupo que não tem timidez para experimentar e inovar. 🌈

 The Motet - (2019) Death Or Devotion:

01 Highly Compatible
02 Whacha Gonna Bring
03 Joker's On Me
04 Death Or Devotion
05 That Dream
06 Get It Right
07 Kneebone
08 Supernova
09 Contagious
10 Speed Of Light

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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Dopapod - (2019) Emit Time


Dizem que o tempo é uma ilusão, uma construção humana, ou um singelo brilho na luz da vida. A passagem do tempo, no entanto, é uma certeza, e deixa o seu rastro pela paisagem e entre os anos à medida que vão e vêm. Após um hiato de um ano, precedido por uma década de criatividade ininterrupta, o quarteto poderoso de jazz fusion e progressive rock, Dopapod, revelou em 2019 sua interpretação desse conceito temporal, ironicamente imortalizado em seu sexto álbum, Emit TimeDopapod sempre teve um talento especial para enganar o tempo. Melodias sobrepostas e improvisação ao vivo que estende a duração de suas canções além de suas contrapartes de estúdio marcam a maior parte de suas composições. Os títulos palíndricos de seus álbuns piscam para a natureza infinita do tempo e eles quebraram as regras no passado realizando trabalhos complexos e divertidíssimos. Este novo disco é uma verdadeira emissão de tempo, e como muitas pessoas criativas lhe dirão, os verdadeiros artistas devem ter a necessidade de continuar avançando, de abraçar a inevitabilidade do crescimento e da mudança. ⌛

 Dopapod - (2019) Emit Time:

01 Numbers Need Humans
02 Test Of Time
03 23 Forever
04 Live In The Dream
05 Superbowl
06 Weedie
07 Landmines
08 Whale (I Am)

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

LITE - (2019) Multiple


LITE é uma banda de post rock e math rock de Tóquio, Japão, e foi formada em 2003 pelo quarteto Noboyuki Takeda (guitarra), Kozo Kusumoto (guitarra), Jun Izawa (baixo) e Akinori Yamamoto (bateria). Eles lançaram seis álbuns e um punhado de EPs até o momento. Seu sexto álbum, Multiple, foi lançado no início de junho de 2019. O álbum tem 10 faixas gostosamente introspectivas. A banda diz que sua música combina o lado melódico do post rock e o lado complexo do math rock, juntando o arroz com o feijão. O álbum dá ao math rock um ar mais intimista em alguns momentos, mas ainda permanece dinâmico, numa atitude otimista e interessante o tempo todo. A música é inventiva, cada faixa tem sua própria personalidade e nunca parece estagnar. A banda segue os passos de seu contemporâneo Tortoise, entretanto, na maioria das vezes, se afasta da experimentação, mantendo o som mais acessível e melódico para as massas e deixando as coisas inovadoras para as pessoas que amam o lado mais complexo das coisas. Excelente álbum para quem curte o gênero. 👍

 LITE - (2019) Multiple:

01 Double
02 Deep Layer
03 Blizzard
04 Maze
05 One Last Mile
06 Ring
07 Zone 3
08 Temple
09 4mg Warmth
10 Clockwork

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terça-feira, 29 de junho de 2021

Ikebe Shakedown - (2019) Kings Left Behind


Há uns dez anos, Ikebe Shakedown começou a expandir e experimentar gostoso nos limites da música instrumental. Cada nova faixa e set ao vivo os levou mais fundo na combinação dos elementos primordiais do soul funk dos anos 70, e isso com um estilo psicodélico cru aliado a vibes de trilhas sonoras cinematográficas de faroeste com ritmos poderosos e melodias crescentes. Agora, com seu lançamento mais recente, Kings Left Behind, a banda está dando aos ouvintes mais mistério e majestade do que nunca. O álbum apresenta todo o grupo colaborando para produzir faixas que entregam impressões amadurecidas onde a experiência e sapiência do tempo trazem sobriedade e uma eloquência estilística compacta e autossuficiente. Guitarras oníricas e melodias de metais exuberantes e arranjos de cordas capturam a imaginação e nos propõem viagens à terras longínquas. O álbum foi gravado pelo baixista do Ikebe, Vince Chiarito, no Hive Mind Recording, atual base de comando da banda, onde o trabalho com mais experimentações em novas texturas e sons constroem um gênero que eles definem como instrumental soul. 👍

 Ikebe Shakedown - (2019) Kings Left Behind:

01 Not Another Drop
02 Unqualified
03 The Witness
04 Mary's Corner
05 Horses
06 Hammer Into Anvil
07 Over My Head
08 No Going Back
09 Kings Left Behind
10 Not Another Drop (Reprise)

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terça-feira, 22 de junho de 2021

The Funky Knuckles - (2019) Delicious


Começo a formular uma teoria esdrúxula de que quanto mais feia e meia-boca a capa dum disco, mais foda e fenomenal é a musicalidade da parada. Se é verdade verdadeira, não sei, mas isso serve perfeitamente para esta bolachinha de hoje. The Funky Knuckles, banda estadunidense, se auto define da seguinte forma em sua página do Bandcamp: uma orquestra de world-jazz clássico composta por super-homens cibernéticos geneticamente aprimorados e onde seus ritmos alucinantes e sua complexidade harmônica abalarão sua frágil psique e o deixarão sentindo-se afogado numa poça de leite fresco de lhama. Bem, não foi exatamente assim que me senti ao ouvir Delicious, rsrsrs, o quarto álbum do grupo, no entanto, posso dizer que é de fato um discaço da bodega! Também curti! Mas é claro, falo dum disco para quem aprecia malabarismos técnicos performáticos virtuosísticos. Disco para quem curte instrumentalização digressiva e escalonada em miríades de melodias. E tudo isso num transbordante puta groove pesadão jazzístico e experimental. Pode chegar, pois o arrebatamento estético aqui está garantido! 🎷

 The Funky Knuckles - (2019) Delicious:

01 Llamas Of The Sea
02 Blue
03 Nothing Compares To This
04 Tooth
05 Megaboss
06 Knuckaround
07 Stormcrow
08 Life Minor
09 Jar Of Shadows
10 Digital Compromise

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Tool - (2019) Fear Inoculum


Depois de muita, muita, muita e muita espera, finalmente em Agosto deste ano, o Tool, uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos, lançou o seu muitíssimo aguardado novo disco de estúdio com músicas inéditas não tão ineditais. Para mim, a decepção auditiva foi tão grande quanto a espera desta bolacha. Veja bem, o disco não é ruim, mas também não é um Aenima, um Lateralus, ou mesmo um 10.000 DaysFear Inoculum é o quinto disco deles. A impressão que esse trabalho me deu foi a de que pegaram as sobras de vinhetas dos discos anteriores e as lançaram como inéditas neste. Há somente duas faixas que considero devidamente músicas: Fear Inoculum7empest (não por acaso, os singles do álbum). Nem a capa do disco do talentoso e criativo Alex Grey teve lá muita inspiração. Esperávamos também um vídeo-clipe monumental de algum dos singles, e até agora nada! Proposta estranha; meio contemplativo, ambiental e meditativo, mas sem nenhum grande arrebatamento como o de uma Parabola. Eu até gostei do disco, mas vou torcer para que os músicos sejam menos preguiçosos na próxima tentativa.

Tool - (2019) Fear Inoculum:

01 Fear Inoculum
02 Pneuma
03 Litanie Contre La Peur
04 Invincible
05 Legion Inoculant
06 Descending
07 Culling Voices
08 Chocolate Chip Trip
09 7empest
10 Mockingbeat

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terça-feira, 29 de outubro de 2019

The Chemical Brothers - (2019) No Geography


Estes camaradas definitivamente não sabem fazer disco ruim! No Geography é o décimo-primeiro álbum dos super DJ's britânicos do The Chemical BrothersA estrutura molecular dos vários álbuns do The Chemical Brothers tem tipicamente uma de duas formas: odisseias impetuosas e psicodélicas em rave retrô, ou incursões espalhadas em pop-rock e hip-hop, auxiliadas por rappers envelhecidos e folclóricos sabores do rock britânico. No Geography é um álbum mais festivo e feito sob medida para dançar gostosamente por todo e qualquer ambiente. Não é exagero afirmar que esse álbum é um dos mais divertidos que a dupla já lançou nesta década. Mesmo com títulos de músicas como Mad As Hell (MAH) e Free Yourself, este não chega a ser um álbum político, apesar de a arte da capa ter um tanque de guerra enfrentando nuvens cor-de-rosa que formam um rosto pateta e ameaçador. The Chemical Brothers ainda produz arte alto-astral em um momento de grande insegurança cultural e global; nunca houve um momento mais tentador para se perder em sua sobrecarga sensorial.

The Chemical Brothers - (2019)  No Geography:

01 Eve Of Destruction
02 Bango
03 No Geography
04 Got To Keep On
05 Gravity Drops
06 The Universe Sent Me
07 We've Got To Try
08 Free Yourself
09 MAH
10 Catch Me Im Falling

Deguste um fluxo (faixa Eve Of Destruction):



Dance! (faixa Got To Keep On):



The Chemical Brothers sendo The Chemical Brothers (faixa We've Got To Try):



Eles estão entre nós! (faixa Free Yourself):



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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Lettuce - (2019) Elevate


Por mais de duas décadas, Lettuce, banda estadunidense, trouxe uma nova vitalidade ao funk clássico, combinando seus grooves suaves e espirituosos com urgentes inspirações do hip-hop. Musicalidade excepcional marcada por improvisações cheias de estilo são elementos essenciais de sua alquimia sonora. Composta por Adam Deitch na batera, Adam Smirnoff e Eric Krasno nas guitarras, Erick "Jesus" Coomes no baixo, Neal Evans no teclado, Nigel Hall no teclado e vocais, Ryan Zoids no saxofone, e Eric Bloom no trompete, essa mini orquestra exibe sua competência técnica em performances que contagiam de alegria seu público. Elevate é a sexta e atualíssima paulada de estúdio dessa rapaziada. Eis uma bolacha repleta de brilho e personalidade, repleta de grooves bombados e vigorosos que levantam qualquer defunto! Cada faixa trás uma ferocidade arrebatadora nas batidas, numa pegada quente cheia de força e vontade; os metais são impactantes, causando choques rítmicos em cada marcação certeira; teclados, guitarras e baixão criam aquela ambientação malemolente que nos acaricia e seduz. Gostoso demais!

Lettuce - (2019) Elevate:

01 Trapezoid
02 Royal Highness
03 Krewe
04 Shmink Dabby
05 Everybody Wants To Rule The World
06 Gang Ten
07 Ready To Live
08 Larimar
09 Love Is Too Strong
10 Purple Cabbage
11 Trapezoid Dub

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Alfredo Dias Gomes - (2019) Solar


Club Jazz & Bossa: "O baterista Alfredo Dias Gomes lança seu décimo primeiro disco solo, Solar,  totalmente autoral e inédito. Uma proposta um tanto diferente dos últimos trabalhos que tinham uma roupagem bem mais jazz-rock. Aqui, resolveu mostrar, na raiz, como cria suas composições e fez toda a base deste trabalho usando teclados virtuais do ProTools. Basicamente, usou sons de fender rhodes. piano acústico, clavinete e mini moog, além das linhas de baixo usando o fingersbass, fretless e baixo dobrado uma oitava abaixo. Um convidado muito especial participou ao seu lado neste trabalho como solista, o saxofonista Widor Santiago. Um convite bastante inusitado, pois, quando feito, Alfredo simplesmente disse - 'Vai ser só nós dois'. Curiosamente, ao final da sessão de gravação, ainda perguntou se não era melhor chamar um baixista, para uma resposta bem sincera e humorada de Widor - 'Cara, nem reparei que não tinha baixista'. Widor, aliás, participou de quase todos os discos de Alfredo Dias Gomes. [...]" - Jazz, MPB, Fusion, tudinho com toques abrasileirados de alta qualidade.

Alfredo Dias Gomes - (2019) Solar:

01 Viajante
02 Solar
03 Trilhando
04 Corais
05 Smoky
06 El Toreador
07 Alta Tensão
08 Finale

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

The Budos Band - (2019) The Budos Band V


Eles voltaram! Voltaram com uma verve mais rock'n'roll e com as mãos mais pesadas. Neste novo e quinto álbum do The Budos Band, intitulado numericamente como seus primeiros discos, The Budos Band V, percebe-se um tratamento mais rockístico e pesado, tanto no jeito de tocar, na estética, e nos grooves mais recheados e encorpados. As referências ao rock psicodélico setentista são várias: introduções sabbathianas tenebrosas ao estilo filmes de terror; pegadas lisergicamente mirabolantes de guitarra; tecladísticos órgãos cheios de choro flutuante; morosas conduções rítmicas duma viagem de travessia de deserto; e, tudo isso aí atrás, junto com o suculentíssimo naipe de arrasadores metais soprando violência e ostentação sonora pra tudo que é lado! Atmosfera soturna e noturna, carregada como o negrume profundo da terra, e trágica-dramáticas evocações de sonoridades fúnebres. Mesmo com toda essa experimentação, a banda conseguiu manter-se fiel ao estilo e inovou de maneira satisfatória o seu repertório. E, não se preocupe! Ainda se tem muito swing, balanço e groove na bolacha!

The Budos Band - (2019) The Budos Band V:

01 Old Engine Oil
02 The Enchanter
03 Spider Web Pt. 1
04 Peak Of Eternal Night
05 Ghost Talk
06 Arcane Rambler
07 Maelstrom
08 Veil Of Shadows
09 Rumble From The Void
10 Valley Of The Damned

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Höröyá - (2019) Pan Bras’Afree’Ke Vol. 2


Excerto retirado do site da banda: "Em seu terceiro disco, o Höröyá segue firme em sua proposta musical, com um pensamento aprofundado em ritmos e linguagens afro-brasileiras e oeste-africanas. [...] Pan Bras’Afree’Ke Vol.2, conta com a participação de grandes nomes como Famoudou Konate, Cheick Tidiane Seck, Jaques Morelembaum, Gabi Guedes e Davi Kopenawa Yanomami. [...] O álbum conta com a participação de artistas de cinco países: Brasil, Mali, Guiné, Senegal e Burkina Fasso e foi realizado em dois volumes, Pan Bras’Afree’ke Volumes 1 e 2. Sob comando de André 'Piruka' as novas faixas avançam nas poliritimias e compassos compostos, com arranjos de percussão que misturam concepções de Sabar, música Mandeng e Candomblé Ketu e Nagô, e melodias que mantem a proximidade com o funk, o jazz e o afro-beat. [...] Com uma proposta artística única, trabalhando conjuntamente com grandes mestres de diferentes países, pensando o tradicional no moderno, a música do Höröyá agrada um público amplo e o grupo consolida-se como uma banda reconhecida e necessária na cena musical brasileira [...]".

Höröyá - (2019) Pan Bras’Afree’Ke Vol. 2:

01 Travessia – Abu Bakr II
02 Pan Bras’Afree’Ke Pt. 2
03 Dogon
04 Sete Curvas
05 Inike Papá – Famoudou Konate
06 O Não Retorno – Abu Bakr II
07 Mandin’Groove
08 Griot Xamã Pajé

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