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sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Rock Candy Funk Party - (2017) The Groove Cubed


Rock Candy Funk Party é um supergrupo estadunidense de jazz fusion e soul funk. A banda foi formada por volta de 2009, quando o baterista Tal Bergman e o guitarrista Ron DeJesus combinaram seu amor pelo funk e lançaram Grooove Vol. 1. Depois que Tal começou a gravar e se apresentar com o músico do blues rock Joe Bonamassa, Bergman o convidou para se unir a trupe e se divertir um bocado. Em 2011, Bonamassa havia se juntado oficialmente à banda e o groove ficou mais forte desde então, como pode ser conferido em seu primeiro álbum We Want Groove. A formação atual ainda com o senhor Renato Neto nos teclados. A química do grupo está em plena força em seu terceiro álbum, The Groove Cubed. As combinações experimentais e ousadas que ouvimos em seu segundo trabalho, Groove Is King, mantém-se aqui e ainda são ampliadas num ecletismo de quem gosta de brincar muito com a música. Apesar da referência simbólica a um groove quadradinho e encaixotado, na verdade a sonoridade aqui desce redondo num balanço sóbrio, meio rock'n'roll, experimental e consciente de sua habilidade técnica. 🧊

 Rock Candy Funk Party - (2017) The Groove Cubed:

01 Gothic Orleans
02 Drunk On Bourbon On Bourbon Street
03 In The Groove
04 Don't Even Try It
05 Two Guys And Stanley Kubrick Walk Into A Jazz Club
06 Isle Of Wright Brothers
07 Mr Space
08 I Got The Feelin'
09 After Hours
10 This Tune Should Run For President
11 Mr. Funkadamus Returns And He Is Mad
12 Funk O Potamia
13 The Token Ballad
14 Ping Pong

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Jamiroquai - (2017) Automaton


Escuta Essa: "Dono de um lugar no pódio do acid jazz, junto com o Incognito e o Brand New Heavies, o Jamiroquai é a banda que mais tem se permitido evoluir. [...] O Jamiroquai buscou influências e referências externas que acrescentaram novos sabores ao seu som, tornando-o diversificado e extremamente criativo. [...] O novo disco, Automaton, é um dos melhores já gravados pela turma de J. Kay. [...] Mesmo depois de tantos anos, o Jamiroquai voltou com um ótimo trabalho, que vai do dançante ao futurístico e robótico com muita facilidade. O tema que o inspirou foi inteligência artificial e a forma como a tecnologia influencia nossos relacionamentos atualmente. Nas letras, as referências à viagens espaciais e virtualização dos relacionamentos são onipresentes, fazendo jus também ao passado da banda e ao fascínio do Jay Kay com o tema. [...] Automaton não soa como um disco bom de uma banda famosa que já é reconhecida por trabalhos bons anteriores. Soa como um ótimo trabalho de uma banda que sabe do seu passado, mas não vive presa à ele e avança sem medo para o futuro". 🤖

Para ler a resenha inteira, entre neste link: Escuta Essa

Jamiroquai - (2017) Automaton:

01 Shake It On
02 Automaton
03 Cloud 9
04 Superfresh
05 Hot Property
06 Something About You
07 Summer Girl
08 Nights Out In The Jungle
09 Dr. Buzz
10 We Can Do It
11 Vitamin
12 Carla

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Sensualidades disco psicodélicas caleidoscópicas:


Um pouco da tradição do acid jazz:


Boêmia e passeios de carro não podem faltar!


Visite a página do artista: Jamiroquai


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terça-feira, 24 de agosto de 2021

Rega - (2017) Rega


Rega é uma banda japonesa de math-rock de quatro integrantes: o guitarrista Ryuji Ide, o baixista Akinobu Aoki, o baterista Takafumi Miyake e o guitarrista Akira Yotsumoto. Eles nasceram e cresceram em Ehime, uma parte do sudoeste do Japão, e eles continuam suas atividades agora em Tóquio. Sua música é criada a partir de fusões de post-rock, groove progressivo, jazz, techno, breakbeats, eletrônica, e sempre buscando por mais experimentos. Apesar de suas canções serem compostas de forma simples, precisa e cuidadosa, elas fundem o calor humano com a melodia agradável. Sua performance ao vivo, que expressa o ímpeto de suas emoções, é esmagadora. Em novembro de 2007, sua primeira demo atingiu o número 1 em um gráfico de vendas do indiemusic.com, um portal japonês de música independente. Eles lançaram um single exclusivamente em 19 lojas da Tower Records em junho de 2008 e no mês seguinte seu primeiro mini álbum RONDORINA foi lançado pela JVC Victor Entertainment, Inc. Este álbum autointitulado de 2017 é uma compilação dos sucessos de RONDORINA e Milion, seus respectivos primeiros álbuns mini e full. 👍

 Rega - (2017) Rega:

01 Mexico
02 Endoor
03 Q
04 DOSEI
05 Pingpong
06 Sunship
07 Dress
08 JOG
09 Orange
10 Wreck
11 VIP [O.N.O Remix - THA BLUE HERB - STRUCT]
12 VIP [Oma Remix - REVITALIZED - STRUCT]

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quarta-feira, 14 de julho de 2021

Ikebe Shakedown - (2017) The Way Home


Original Pinheiros Style: "Tá na área o quarto álbum de estúdio do septeto (!) nova-iorquino Ikebe Shakedown, 'The Way Home'. (Des)pretensiosamente cinemático e inteiramente instrumental, o disco é uma espécie de trilha sonora cheia de referências no melhor estilo mamãe-quero-ser-Tarantino, que misturam em doses equilibradas soul, funk, jazz e afrobeat numa fórmula hipnótica, cadenciada, malemolente e por vezes um pouco repetitiva. Lançado pelo selo Colemine Records e 95% gravado em equipamentos analógicos (afinal de contas, não basta morar no Brooklyn, usar boina e terninho de veludo; tem que suar a camisa) [...]" - The Way Home é o terceiro álbum do grupo e chega hoje aqui no nosso querido Santería para fechar a totalidade discográfica deles até o momento. A bolachinha nos traz aquela pegada gostosa de sempre: balanço safado para se cair no swing (musicalmente falando!), groove apimentado para esquentar quadris com desenvoltura no remelexo, e virtuosismos técnico-performáticos para ouvintes espiritualmente elevados e bom gosto. Acho que é para você! 🙏

 Ikebe Shakedown - (2017) The Way Home:

01 Supermoon
02 Blue Giant
03 The Next 24
04 She's Knocking
05 Assassin
06 Brushfire
07 Penny The Snitch
08 Out Of The Shadows
09 The Ally
10 Shifting Sands
11 Five For Five
12 Where The Day Breaks

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Five Alarm Funk - (2017) Sweat


Com certeza os canadenses do Five Alarm Funk já entraram para absolutamente ficar no hall das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Excelente! Os caras nunca fazem um disco ruim! É só preciosidade estonteante! Sweat é o sexto álbum de estúdio dessa rapaziada. Mantendo a qualidade sempre em alta e sem deixar a peteca cair, temos aqui mais um discaço fodástico do carOlho! Jazz funk brutal executado com a mesma maestria, tecnicidade e virtuosismo performático de sempre. Metais solfejadores de melodias poderosas e ascensionais, groove, swing, criatividade, liberdade imaginativa em canções com muita atitude. Já de início somos fisgados pela força hipnotizadora da faixa de abertura Widowmaker, que como muito atrevimento lança frases melódicas em riffs altamente viciantes. Duvido você não querer repetir essa música várias vezes depois. A bolacha se mantém firme, não arreda o pé, e segura o ritmo e nível durante toda a performance. O disco todo parece uma maravilhosa trilha sonora de filmes de ação policial, cheio de passagens energéticas e contagiantes. Vem, pode confiar no trabalho desses camaradas! 👑

Five Alarm Funk - (2017) Sweat:

01 Widowmaker
02 DDPP
03 Sweat
04 Capital City
05 Ill Wind
06 Iceberg
07 Freight Train
08 Power Of Funk
09 Humans
10 Gods (May The Funk Be With You)
11 Hot Damn
12 10,000 Scarabs

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segunda-feira, 21 de junho de 2021

The Souljazz Orchestra - (2017) Under Burning Skies


Basta dar o play em algum disco do The Souljazz Orchestra, e parece que todo e qualquer resíduo de problema encrustado na mente, sofre um instantâneo processo de autocombustão. Tudo é incendiado pelo poder fulminante duma alegria sonora imponente. Na sonoridade dessa rapaziada não transparece só alegria, mas também muita sobriedade, elegância e mão firme, numa precisão técnica que alia virtuosidade e simplicidade na medida certa. Não subestime o poder dessa banda, é uma das melhores do gênero afrobeat e jazz. Sempre inovando e trazendo outros elementos para a sua sonoridade, desta vez os camaradas canadenses também se aventuraram na mistura dum estilo tropical, boogie e electro funk. O que já era bombado de muito groove, swing, balanço e dança, ficou ainda mais quente e arretado. Under Burning Skies, o oitavo álbum do grupo, é a manifestação da experiência, criatividade e ousadia de quem sabe brincar com muito estilo na arte que domina. Ritmos calientes, latinos, tropicalíssimos, fundem-se a um afrobeat modernoso e novos coloridos sonoros se esparramam fluidicamente. 🌴

 The Souljazz Orchestra - (2017) Under Burning Skies:

01 Dog Eat Dog
02 Lufunki
03 Is Yeelyel
04 Oublier Pour Un Jour
05 Under Burning Skies
06 Holla Holla
07 Adawe Boogie
08 Sorrow Fly Away
09 Tambour À Deux Peaux
10 Aduna Jarul Naawo

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sábado, 27 de março de 2021

Funkallisto - (2017) Saturday Night Dogs


O título da bolachinha de hoje veio a calhar com o sábado quente e tranquilo aqui no lugar onde moro. E tranquilidade por aqui é uma raridade! Saturday Night Dogs é o quarto álbum da tesuda banda italiana de soul-funk, Funkallisto. E sábados quentes muito tem a ver com a história da banda, que no início de sua carreira reunia-se nas ruas de Roma, nos fins de semanas de noites de verão para ensaiar e tocar suas jam sessions que muita fama fizeram na cena underground local. O estilo da banda fundamenta-se na influência massiva do jazz-funk, afrobeat e temperos latinos setentistas. Saturday Night Dogs traz um refinamento e elegância estritamente calibrados, fumegando canções virtuosas e ao mesmo tempo dançantes onde o balanço e molejo desenvolvem-se naturais e contagiantes. A versatilidade criativa predomina em todo o trabalho, numa mescla certeira de elementos jazzísticos e afros. A bolacha começa numa linha mais soul, pesadão, muito bem encorpado, e logo vai desdobrando-se em experimentalismos mais alternativos e sofisticados. Temos aqui uma bela bolacha para o seu sábado à noite. Divirta-se! 🐶

 Funkallisto - (2017) Saturday Night Dogs:

01 Saturday Night Dogs
02 Take A Little Time (Feat. Jess Roberts)
 03 Rhythm (Feat. Trio Vermelho)
04 The Devil
05 Piamose Trastevere
06 Marcelito El Tropicano
07 Fatebenefratelli
08 Darkalabro

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terça-feira, 2 de março de 2021

Grooveria Electroacústica - (2017) Moto-Contínuo


Excerto da biografia no site da banda: "Grooveria Electroacústica é um coletivo musical conhecido por suas versões dançantes de clássicos da MPB por meio de refinados arranjos, atingindo ao mesmo tempo um público variado e exigente. Tuto Ferraz é o ponto central deste coletivo. O baterista, produtor, arranjador e também um dos vocalistas do grupo, nasceu numa família onde a música era onipresente, e desde cedo entrou em contato com o jazz, a MPB, e a música pop mundial. Talvez por isso mesmo, a Grooveria tenha em seu DNA um caldeirão mutável de estilos e colaboradores de todas as partes do Brasil. [...]" - Moto-Contínuo é o estupendo segundo álbum de estúdio do grupo. Tudo nele é lindo e maravilhoso! A produção, o acabamento estético, a capa do disco, e o principal: a performance musical. Virtuosística e técnica como eu gosto! Um dos melhores dicos nacionais que escutei nos últimos tempos. Grooveira pesada, swing nervoso, passando por estilos como funk soul, acid jazz, samba rock, numa mistura simbioticamente perfeita e repleta de alegria e descontração. Puro alto astral! 😎

 Grooveria Electroacústica - (2017) Moto-Contínuo:

01 Funky Nite
02 Eu Quero Ver
03 Ponteio
04 Chapando No Groove
05 Vim
06 Berimbau
07 Jorge Maravilha
08 Menina Morena
09 Sambou
10 Alright

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Simone Mazzer & Cotonete - (2017) Simone Mazzer & Cotonete


Jornal Do Brasil: "De um lado uma cantora de voz potente, visceral com o que escolhe cantar (sobretudo no palco) e cujo surgimento na cena musical foi muito festejado. Do outro lado, oito instrumentistas franceses que, dez anos atrás, uniram-se para jam sessions e acabaram formando um grupo devotado ao jazz, funk e ao laid back. A cantora em questão é Simone Mazzer, laureada em 2016 com um Prêmio Da Música Brasileira na categoria Revelação e indicada também na categoria Cantora Pop-Rock. E o grupo é o Cotonete, que, sem falsa modéstia e certo bom humor, se apresenta como a melhor banda de jazz-funk dos anos 70 no século XXI. E o encontro entre esses dois nomes resulta num disco diferente daquilo que ambos já fazem – e do que se esperava de Mazzer, sobretudo. Suingado, dançante e  também dolorido e apaixonado. [...] O álbum resulta numa declaração de amor (e de filiação) ao suingue da música negra que sacode o planeta de meados dos anos 70 para cá. É vintage sem ser datado. Saudosista sem ser retrógrado. Um álbum que tem tudo para cativar quem se interessa pelo que é feito hoje em matéria de música no mundo. É apurar os ouvidos e aumentar o volume no som".

Para ler a resenha inteira, entre neste link: Jornal Do Brasil

Simone Mazzer & Cotonete - (2017) Simone Mazzer & Cotonete:

01 Se Você Pensa
02 Je Dois M'En Aller
03 Pipoca Moderna
04 Kriola
05 L'Amour À La Plage
06 É Que Nesta Encarnação Eu Nasci Manga
07 Eu Bebo Sim
08 Comment Te Dire Adieu
09 Bachelorette
10 Onda

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Siga o fluxo!

sábado, 21 de dezembro de 2019

Nova Collective - (2017) The Further Side


Whiplash: "A partir de meados de 2014, membros do Between The Buried And Me, Haken e Trioscapes (três dos maiores grupos de metal progressivo/jazz fusion da atualidade) começaram a escrever música juntos. São eles: Richard Henshall (guitarrista e tecladista do Haken e do To-Mera), Dan Briggs (baixista do Between The Buried And Me e do Trioscapes), Pete Jones (ex-tecladista do Haken) e Matt Lynch (baterista do Trioscapes e do Cynic). O resultado da cozinha começou a ser revelado aos poucos no ano passado, culminando no lançamento de The Further Side, álbum de estreia do quarteto instrumental. [...] The Further Side traz apenas seis faixas. Uma batida de olho e você pode supor que ao menos uma delas é um trabalho super épico, mas na verdade nenhuma delas bate os dez minutos. Temos um total de menos de 50 minutos de música, algo não muito comum para trabalhos do gênero. [...] Misturados ao rock e ao pouco heavy metal, temos bastante jazz e música clássica, na forma, respectivamente, de passagens intrincadas e complexas e frases acústicas polidas. [...]" - Nova Collective é nome dessa empreitada supimpa!

Nova Collective - (2017) The Further Side:

01 Dancing Machines
02 Cascades
03 Air
04 State Of Flux
05 Ripped Apart And Reassembled
06 The Further Side

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Um pouco da pegada ao vivo (faixa Dancing Machines):



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quinta-feira, 21 de março de 2019

MediaBanda - (2017) Bombas En El Aire


MediaBanda é uma bacaníssima banda chilena de avant-garde jazz-progressive rock. Música de alta qualidade, madura, inteligente e divertida. Nem me lembro como conheci essa banda, só me lembro de pensar que isso deveria vir para este blog. Bombas En El Aire é o quarto álbum do grupo. Desdobramentos sutis e refinados, com calma e elegância, estruturam-se engenhosamente em melodias cheias de improviso e virtuosidade, numa técnica precisa que mescla sem pudores o rock, o jazz e elementos groovados do funk. Há momentos que de uma forma bem tênue temos relances da musicalidade brasileira ao estilo Hermeto Pascoal. A banda conseguiu misturar e dosar muito bem cada elemento estilístico apresentado; tudo encaixado com destreza efetiva-se num resultado de beleza e força cheios de atitude. Como é característico nos grupos desse estilo, aqui encontramos aquelas digressões espiraladas de melodias malucas ultra brisantes e surreais, e também aquelas corajosas quebras de ritmos que desenham caminhos birutas e brumosos no meio da música. Pode dar o play que o negócio é bem chapado!

MediaBanda - (2017) Bombas En El Aire:

01 Me Enteré Por Facebook
02 Bombas En El Aire
03 El Sofá
04 Mi Ego Me Odia
05 Perfectible
06 Deterioro Plausible De Los Íconos Erróneos
07 Wikistán
08 MediaBanda

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Skrotes - (2017) Tropical Mojo


Rifferama: "Não conheço ninguém que fique alheio quando exposto ao som dos Skrotes, principalmente ao vivo. A capacidade que Igor De Patta (teclados), Chico Abreu (baixo) e Guilherme Ledoux (bateria) têm de criar deixa o ouvinte com cara de tacho. E essa é a sensação que tive quando recebi 'Tropical Mojo', segundo álbum do trio de Florianópolis. [...] A qualidade sonora, com certeza, é um dos pontos altos do disco que, a exemplo de 'Nessum Dorma' (2014), deve virar vinil. [...] Como não bater cabeça com o peso de 'Lamber One'? Os blast beats de Ledoux em 'Garota Verão' também reforçam a influência que os Skrotes trazem do metal. E não faltam referências nesse trabalho. O que mais me encanta no som dos Skrotes é o clima macabro que algumas composições reproduzem, chegando ao ápice em 'Nosferatu' e seus quase dez minutos. Ouvir 'Tropical Mojo' é como pisar em ovos o tempo inteiro. A tensão provocada, no entanto, pode dar lugar à quietude num piscar de olhos, tamanha é a troca (natural) de paisagens numa mesma música. [...]". - Por aqui, nada a acrescentar além do fato de eu ser um fanzaço da banda.

Skrotes - (2017) Tropical Mojo:

01 3 Mil Lá Embaixo
02 Xoxote
03 Delincuentes Profissionales
04 Lamber One
05 Procissão Dos Ossos
06 Amuleto
07 Itinho
08 Garota Verão
09 Nosferatu

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Toró Instrumental - (2017) Punkjazztupiniquim


Excerto do texto de apresentação da banda na fanpage do Facebook: "[...] Punk, pela atitude. Jazz, porque somos da improvisação e da música instrumental. Tupiniquim, porque corre em nossas veias o melhor da música brasileira! Toró Instrumental é uma banda com 10 anos de atuação que nasceu no ABC Paulista com a proposta de compor e apresentar músicas autorais em shows dinâmicos e performáticos com muito espaço para improvisação e participação de outros músicos e bandas. Aliando ritmos brasileiros a sonoridades americanas, as composições do grupo são marcadas por estruturas rítmicas swingadas pelos repiques dos tambores e dos timbres sintetizados, anunciando a chegada de uma forte chuva instrumental. A formação atual do Toró é a representação física dessa liberdade criativa que a banda tanto cultiva: teclado e baixo, desempenhados pelos músicos do ABC paulista desde a  formação original, aliados à bateria, trompa, trombone e trompete, trazidos pelos novos integrantes do grupo que também do ABC paulista e Argentina. [...]. - Punkjazztupiniquim é o o primeiro álbum destes meus conterrâneos. 

Toró Instrumental - (2017) Punkjazztupiniquim:

01 Etchakara-Yo
02 Crazymeia
03 Dunas
04 Auê
05 Perdido
06 Robots
07 Topo Da Mooca

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domingo, 30 de setembro de 2018

And So I Watch You From Afar ‎- (2017) The Endless Shimmering


A banda de rock instrumental mais maravilhosa da atualidade! Todos os seus discos lançados até o momento são saborosíssimos. Uma banda divertida, com belíssimas composições, com técnica e virtuosidade para dar e vender, e sempre muito criativa e original. And So I Watch You From Afar é um quarteto instrumental post rock de Belfast, Irlanda do Norte. A banda é formada por Rory Friers e Tony Wright nas guitarras, Johnny Adger no baixo e Chris Wee na bateria. The Endless Shimmering é o seu mais estupendo e recente álbum de estúdio; o quinto de uma trajetória artística que promete muitas outras coisas lindas ainda. Até agora, para mim, esses camaradas não erraram a mão; só lançaram bolachas suculentas! Em The Endless Shimmering encontra-se o essencial da banda feito com precisão técnica e evidentemente com muito carinho em todo o acabamento da produção. Com sobriedade, trouxeram um trabalho de post math rock mais centrado em linhas estruturais introspectivas-contemplativas, e ainda sim, com força, poder e elegância performáticas. E assim fechamos o mês com essa suculência. Até mais!

And So I Watch You From Afar ‎- (2017) The Endless Shimmering:

01 Three Triangles
02 A Slow Unfolding Of Wings
03 Terrors Of Pleasure
04 Dying Giants
05 All I Need Is Space
06 The Endless Shimmering
07 I'll Share A Life
08 Mullally
09 Chrysalism

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Vasudeva - (2017) No Clearance


Chegando ao finalzinho de mais um mês porreta de trabalho e labuta resistente, todo mundo deseja um pouco de relaxamento e sossego. As coisas não estão fáceis para nós cidadãos de bem, não é?! Pois é. Então, vamos ao inebriamento extático de novos encantamentos sonoros. Viajemos na fruição deleitosa do segundo álbum de estúdio do trio estadunidense de math-post rock, Vasudeva, intitulado No Clearance. Veja que bela capa de disco esses camaradas nos trouxeram. Uma bela fotografia minimalista com ótimas cores e iluminação, e nela, certamente, uma referência metafórica ao sentido de elevação e ascensão de sua própria musicalidade. Não à toa a banda tem o nome de Vasudeva. No Clearence é um trabalho volátil e rarefeito, etéreo e ligeiramente espectral. Não poderíamos esperar algo diferente dum post rock. Numa produção e acabamento primorosos, o trio nos apresenta uma música cristalina e brilhante, onde cada instrumento reverbera sua iluminação fônica com nitidez preciosística e beleza angelical. Eis um rock do futuro que funde a habilidade técnica com a transcendência metafísica.  

Vasudeva - (2017) No Clearance:

01 Intro
02 Take Away
03 Chase
04 Doner
05 Slow Boy
06 Turnstile
07 Rough Tape
08 Goner
09 6&5
10 Cspan
11 Katy

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Um pouquinho de elevação no Audiotree Live Session (faixa Chase):



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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Toconoma - (2017) Newtown


É inacreditável o como essas bandas japonesas de música instrumental não param de fazer música boa. Fico surpreendido a cada nova descoberta de bandas similares do gênero. O que quase todas elas têm em comum é o seu gosto por rock e jazz, e em na maioria delas esses dois gêneros geralmente casam-se com total maestria. Uma outra coisa que sempre está presente é a sua ardente paixão por pianos e teclados. Esses são instrumentos que nas mãos nipônicas operam milagres estéticos de alto refinamento e sofisticação. Toconoma é mais uma dessas bandas que já numa primeira faixa de seu disco, nos conquista com amor e êxtase sublime. Seus integrantes são: Ryutaro Nishikawa no teclado e efeitos eletrônicos, Ray Yako no baixo, Ikuya Shimizu na batera, e Kotaro Ishibashi na guitarra. Em Newtown, seu terceiro álbum, essa rapaziada nos traz um som que expira leveza e sublimidade, lirismo melódico e técnica performática, jovialidade inocente e maturidade profissional, tudo belo e em sutis minimalismos oníricos. Um disco gostoso para se ouvir em passeios noturnos nos fins de semana pelas avenidas das grandes cidades.

Toconoma - (2017) Newtown:

01 N°9
02 Sunny
03 Anchor
04 L S L
05 Cicada
06 Underwarp
07 Cinema Sunset
08 Bottomend
09 Orbit
10 Evita

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

T-Square - (2017) Rebirth


"T-Square é uma banda de jazz fusion japonesa formada em 1976. Ficou famosa no final dos anos 70 e mais ainda nos anos 80, junto de outras bandas japonesas do gênero, como Casiopea. Sua lineup mais famosa possui os membros de 1986 a 1990: Masahiro Andoh (guitarra), Takeshi Itoh (saxofone, flauta e EWI), Hirotaka Izumi (piano e teclado), Mitsuru Sutoh (baixo) e Hiroyuke Noritake (bateria). São famosos por músicas como 'Truth', 'Takarajima', 'Omens Of Love', 'Japanese Soul Brothers', entre outras. Desde 1989, a música 'Truth' é usada como tema da Fórmula 1 da Fuji Television do Japão, incluindo remixes e outras versões da mesma" - Wikipedia. Rebirth é quadragésimo-segundo álbum da banda. Haja longevidade artística! Coisa raríssima hoje em dia. Esse trabalho traz nove belas faixas de excelente bom gosto. Tudo tocado com profissionalismo, técnica certeira e a experiência de anos de estrada. As caprichadas composições trazem ares de renovação e renascimento a musicalidade da banda. A produção é impecável e extremamente bem polida, bem clara e exuberante. Discão!

T-Square - (2017) Rebirth:

01 Rebirth
02 Kanata E
03 Splash Brothers
04 Little Violet
05 Nothing I Can Say
06 Season Of Gold
07 Trip!
08 Drops Of Happiness
09 Change By Change

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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Fox Capture Plan - (2017) FRAGILE


Mais uma bolachinha saborosa vinda diretamente da terra do sol nascente. Jazz! Sim, mais uma e muitas vezes, jazz! Você gostou do Mouse On The Keys? Eu sei que gostou, por isso, com certeza também saboreará entusiasticamente o trio Fox Capture Plan. Uma batera, um cello, um teclado, e o pau come solto. Muita simplicidade e beleza, acabamento refinadíssimo, produção fodástica. FRAGILE é o quinto álbum deste power trio jazzístico. É um disco suave e elegante com diversos momentos de êxtase contemplativo; há delicadeza lírica intercalada com grooves recheados e encorpados, há ascensão melódica digressiva em virtuosos solos tecladísticos, e há uma paz de espírito que preenche o ambiente com sonoridade angélica. Temos uma trilha sonora para momentos relax, acompanhado de um bom vinho, ou de uma breja mesmo! Mas, como sei que hoje é terça-feira (e provavelmente você já deve estar pensando na sexta), não tem vinho nem breja, então, fiquemos só com o momento relax a nos dar força para o restante da semana. Sonzeira devidamente garantida. Até mais!

Fox Capture Plan - (2017) FRAGILE:

01 FRAGILE #1
02 FRAGILE #2
03 エイジアン・ダンサー
04 The Gift
05 Bouncing Walk
06 Brianstorm
07 Prospect Park
08 Terminal 2
09 Possibillity
10 Aerial

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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

J.A.M. - (2017) Silent Notes


J.A.M. é um power trio jazzístico japonês cujos integrantes fazem parte também do espetacular grupo Soil & "Pimp" Sessions. Este é um projeto paralelo dessa rapaziada. E se você ouviu e curtiu o disco do Soil & "Pimp" Sessions postado anteriormente, já dá para imaginar o que está por vir nesta bolachinha aqui. Coisa fina, logicamente. Mais um disco recheado de passagens exuberantes e lindíssimas, mas com um pegada e proposta um pouco diferente do Soil & "Pimp" Sessions. Enquanto naquele temos um jazz nervosão esbanjando experimentalismos pesados, neste projeto temos o desfilar sublime de uma sonoridade mais amena e flutuante, dando especial atenção e um tratamento polido à lances melódicos mais suaves e ambientais. Há uma predominância de fluxos do piano, o responsável pelas principais arquitetações melódicas do álbum; a batera, mesmo em meio a uma sonoridade mais requintada, tem mão firme e senta o braço em marcações deliciosamente bem cravadas; e o baixão, gordo, encorpado, robusto e forte a solidificar a massa e gostosura da música. Silent Notes é o terceiro disco deste projeto.

J.A.M. - (2017) Silent Notes

01 Manchester
02 Dancer On The Black Keys
03 Alternative War
04 Book Of Love (Feat. L.D. Brown)
05 Bell
06 Apple's Waltz
07 Transitory
08 Serendipity
09 Foundation
10 Totally Disorder
11 Alone (Feat. Jin Oki)

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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Hard Proof - (2017) Stinger


Passeando por aí nos fluxos de informações da internet, de vez em quando temos a oportunidade de entrar em contato com coisinhas inesperadas que se dependessem de outros meios de divulgação, nunca estariam acessíveis para o nosso proveito e deleite. E ao falarmos especificamente da música, somos devidamente afortunados por termos tantos meios e ferramentas de consumo e conhecimento. Sou do tempo de pesquisas em revistas especializadas, consultas em sebos, ou recomendações exclusivas de amigos aficionados. A internet expandiu minha consciência! Bem, o trabalho aqui dos camaradas do magnífico Hard Proof, são mais outro exemplo de pérolas escondidas no mar do espaço virtual. Mais uma daquelas descobertas que nos enchem de prazer e alegria ao aparecerem sem quer querendo em nossas telinhas. Em Stinger, o segundo álbum de estúdio da banda, nos é apresentado um afrobeat nervoso, temperado de força e maneirismos estilísticos charmosos eloquentes. A influência do estilo tradicional afrobeatístico se mistura em sóbrias dosagens de modernismos inebriantes. É um disco bonito do cacete!

Hard Proof - (2017) Stinger:

01 Stinger
02 Men Of Trouble
03  A.R.A.S.
04 Incendiary
05 Trickle Down
06 Boss
07 War Gin
08 Lots
09 Soul Thing

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