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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

The Magic Beans - (2018) Casino Cabaret


The Magic Beans, banda estadunidense de jazz fusion cósmico, aparece ineditamente aqui neste humilde blog com seu segundo e charmoso disco de estúdio, Casino Cabaret, e de acordo com informações interneteiras, também o segundo trabalho de estúdio com Chris Duffy no baixo, focando em um novo som que a banda chama de neo-jam (uma fusão do neosoul e gêneros experimentalistas das jam sessions), e ao mesmo tempo em que se mantêm fiéis às suas raízes space funk. O grupo é formado por Scott Hachey na guitarra e vocal, Chris Duffy no baixo e vocal, Casey Russell no teclado e vocal e Cody Wales na bateria. O álbum oferece versões de estúdio de músicas que estão na rotação ao vivo da banda há algum tempo e permitiu que eles expandissem o som das músicas com a ajuda do saxofonista Clark Smith, do trompetista Matthew Wilkolak e do percussionista Will Trask. Casino Cabaret é movido a groove, com Chris Duffy e Cody Wales trabalhando juntos em uma poderosa seção rítmica. O álbum em suas passagens mais acalentadas expressa uma linguagem mais cinematográfica e tem muito de thrillers de espionagem. 😎

 The Magic Beans - (2018) Casino Cabaret:

01 Here On Out
02 Mr. Scientist
03 Give Me Something Real
04 Lewd
05 Inventor
06 Do Your Thing
07 Casino Cabaret
08 Mood
09 What In The World
10 Hanky Panky
11 Crude
12 More
13 Mission

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terça-feira, 31 de agosto de 2021

The SKAMOTTS - (2018) Dance With The SKAMOTTS !!!


Dance With The SKAMOTTS !!! é o primeiro álbum da banda japonesa de ska, The SKAMOTTS, formada em 2017 por Tomoko Okamura. Como o nome da banda sugere, o projeto está cheio de canções lúdicas e divertidas ao estilo skazístico de ser e trabalhadas com claros elementos do reggae e rocksteady. Música jamaicana feita na terrinha do sol nascente por gente branca do cabelo liso e olhinhos puxados. Eu já disse por aqui em postagens mais antigas que essa galerinha onde bota a mão, faz acontecer com beleza e perfeição. Pode ser no jazz, no rock, no afrobeat, e agora no ska, os japas são excelentes na musicalidade! Fazem jus a toda sua imensa gama de influências e inspirações. Dance With The SKAMOTTS !!! traz aquela alegria malemolente de sempre que muito tipicamente faz parte do estilo: sacolejos gingados para lá e para cá numa base dançante com solfejos melódicos de metais brilhantes. Música bem humorada como deve ser em apenas nove faixas super coloridas de digressivas melodias saltitantes, peripatéticas e entusiasmadas. Ótima pedida para finalizar mais um mês de pura chatice pandêmica. Venha! 🎺

 The SKAMOTTS - (2018) Dance With The SKAMOTTS !!!:

01 Akatsuki
02 Rusubanneko
03 Doromizusakiannainin
04 Exodus
05 Orb
06 Freedom Freedom
07 Hatsukoi Offshore
08 Super Tanker
09 Ultra Marin

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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Brownout - (2018) Fear Of A Brown Planet


Há uns trinta anos atrás, garotinhos estadunidenses suburbanos descobriram um novo planeta, um planeta negro. Public Enemy com suas letras cáusticas e agressivas, e batidas bombásticas, despertaram o medo entre pais e professores da época, até mesmo na cidade fronteiriça de Laredo, Texas, lar dos futuros fundadores do supergrupo latin-funk-soul, Brownout. O sexto álbum da banda Fear Of A Brown Planet é um manifesto musical inspirado no espírito revolucionário do Public Enemy. Ao reinterpretar esses clássicos do hip-hop em seu estilo único e canalizar a força estética do Public Enemy que primeiro ecoou pelo mundo e capturou sua imaginação anos atrás, Brownout mais uma vez tempera sua musicalidade com o experimentalismo ousado que pudemos ouvir em Brownout Presents Brown Sabbath. O título do álbum, Fear Of Brown Planet reflete definitivamente uma ideia que está na moda hoje, e que segue os ditames artísticos pós-modernos do politicamente correto. A transformação das canções para um outro formato estilístico ficou tão excelente que parecem músicas originais do próprio Brownout. ✊

 Brownout - (2018) Fear Of A Brown Planet:

01 Louder Than A Bomb
02 Shut Em Down
03 Fight The Power
04 Trackstar The DJ To The Edge Of Panic
05 By The Time I Get To Arizona
06 Welcome To The Terrordome
07 My Uzi Weighs A Ton
08 Don't Believe The Hype
09 I Don't Wanna Be Called Yo NiA
10 911 Is A Joke
11 Bring The Noise
12 Prophets Of Rage

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sábado, 20 de março de 2021

Serginho Trombone - (2018) Tromboneando


Serginho Trombone é um tesouro escondido da música brasileira que merece ser desvendado. Além de exímio trombonista, foi um compositor, arranjador, e regente que por milhares de anos a fio colaborou em momentos importantes do trabalho de artistas como Tim Maia, Jorge Benjor, Gilberto Gil, Rita Lee, Barão Vermelho, Sidney Magal, Luiz Melodia, Alcione, Ed Motta, Antônio Adolfo, Lenine, Sandra De Sá, Matt Bianco, e uma porrada de outros muitos e muitos. Também integrou a clássica banda Abolição de Dom Salvador. Em 1992, lançou seu primeiro disco, Avec Elegância, e em 2018 trouxe seu sucessor, Tromboneando, produzido por Roberto Frejat do Barão Vermelho. A bolacha traz nove faixas, sete inéditas, e duas regravações instrumentais de clássicos do soul brasileiro: Primavera e O Caminho Do Bem, famosas na voz de Tim Maia. O disco é rico e diversificado com ritmos funk, samba, latinos, baião, e onde o ecletismo autoral de Serginho se mostra técnico em composições inspiradas pelo refinamento estético do jazz e da MPB. Serginho faleceu em Abril de 2020 deixando um legado que agora nos cabe rememorar. 😇

Serginho Trombone - (2018) Tromboneando:

01 Caule Do Coqueiro
02 Alçapão
03 Escola Real
04 Primavera
05 Tromboneando
06 Good Trip
07 Pérola
08 Serra Do Mendanha
09 O Caminho Do Bem

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

The Prodigy - (2018) No Tourists


No Tourists é o sétimo álbum dos malucos britânicos do The Prodigy, e nos traz mais novas pedradas para um agradável bate-cabeça. Há um detalhe revelador escrito num ônibus de Londres que se esconde nas sombras na capa do álbum: Four Aces, Dalston. Esse foi o local minúsculo em que o rapper frenético Maxim, o vocalista punk anárquico Keith Flint (1969 - 2019) e o compositor sombrio Liam Howlett tocaram seu primeiro show em 1990. 28 anos depois, e No Tourists chega mais violento e temível do que nunca. O álbum não é exatamente um retorno aos primeiros dias de Prodigy, mas traz algumas faixas que referenciam toques e maneirismos de seus álbuns anteriores. O sintetizador enlouquecido de We Live Forever vem acompanhado de um vocal apavorante que lembra experimentos em Out Of Space de 1992, enquanto a linha de guitarra que pontua Light Up The Sky concorda com o rap-rock de Breathe do clássico álbum The Fat Of The Land. Isso não é nostalgia; é The Prodigy utilizando todas as armas de seu arsenal para cometer seu ataque sônico. Como sempre, simplesmente pesadããããããã...o!

The Prodigy - (2018) No Tourists:

01 Need Some1
02 Light Up The Sky
03 We Live Forever
04 No Tourists
05 Fight Fire With Fire [Feat. Ho9909]
06 Timebomb Zone
07 Champions Of London
08 Boom Boom Tap
09 Resonate
10 Give Me A Signal [Feat. Barns Courtney]

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Mais tribalismos! (faixa Timebomb Zone):



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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Monuments - (2018) Phronesis


Este disco era para ter sido postado no mês passado, mas minha preguiça monumental derivada da depressão não deixou. Bem, o certo é que de alguma forma também estou bem feliz, muito feliz mesmo! No dia 15 de Junho, num sábado bem gostoso, pude junto com minha esposa realizar um dos meus sonhos: assistir a banda Monuments ao vivo aqui em São Paulo. Que felicidade! Delícia de show! Um dos melhores da minha vida! A banda é excelente ao vivo. E, após a apresentação, minha esposa e eu ainda pudemos tirar uma foto com meu integrante favorito: o vocalista Chris Barretto. Mas quase um mês depois, a banda resolve jogar um balde de água fria nos fãs, rsrsrs. Sabe-se lá por qual motivo, Chris Barretto deixou o grupo. Puta que pariu! O melhor vocalista que a banda já teve. Em Phronesis, o terceiro álbum da banda britânica de djent-progressive metal, temos a condensação dos talentos de Chris Barretto nos vocais e John Browne nas composições guitarrísticas. Vocais violentos e limpos com pegadas Michael Jackson, se misturam a guitarras pesadas, com melodias complexas e cheias de groove. Porra, amo demais!

Monuments - (2018) Phronesis:

01 A.W.O.L
02 Hollow King
03 Vanta
04 Mirror Image
05 Ivory
06 Stygian Blue
07 Leviathan
08 Celeste
09 Jukai
10 The Watch

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Passo Largo - (2018) Diversões


Correio Braziliense: "[...] Passo Largo chega com Diversões, um trabalho inteiramente dedicado a arranjos de músicas de outros compositores, que vão de Luiz Gonzaga a Bruno Mars, passando por Michael Jackson, Pink Floyd e Belchior. Nomes que ganham versões instrumentais inusitadas para algumas de suas canções mais emblemáticas. [...] Diversões apresenta as brincadeiras e provocações que o guitarrista Marcus Moraes, o baixista Vavá Afiouni e o baterista Thiago Cunha tocam com naturalidade e humor, características muito presentes no grupo. [...] A capa do novo disco é assinada pelo artista brasiliense Julio Lapagesse, e é feita com técnica de colagens, um indicador de que o conteúdo do álbum é feito de informações múltiplas e sobrepostas. Fugindo do formato cover, a banda procurou trazer novos arranjos, medleys e mashups, elementos que já fazem parte do repertório da banda desde seus primeiros shows, em 2011. [...] Apesar de o novo álbum ter um repertório de regravações, a banda lançou dois discos de inéditas: Férias Em Nibiru, lançado em 2016, e o homônimo, de 2012".

Passo Largo - (2018) Diversões:

01 Locked Out Of Heaven
02 Respeita Januário
03 Money - Sheep
04 Como Nossos Pais
05 Bala Com Bala
06 Thriller - Smooth Criminal
07 Lamento Sertanejo
08 Quase Sem Querer
09 Trilhos Urbanos
10 Take On Me - Sultans Of Swing

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Mahmed - (2018) Sinto Muito


Monkeybuzz: "[...] Em uma mistura indecifrável e precisa de psicodelia e suavidade, a relativamente curta carreira do grupo sempre pareceu evidenciar a criação de universos e paisagens que, [...], conseguiam fazer com que nós mergulhássemos profundamente em uma espécie de espaço à deriva de sua sonoridade, deixando nos entregar e confiando plenamente na sabedoria de seus integrantes. [...] Quando ouvimos Sinto Muito, o segundo trabalho de estúdio do grupo, percebemos que não estamos sozinhos. Entre os conhecidos riffs de guitarra (ora dissonantes, ora harmônicos) e as batidas envolventes e suingadas, surgem vozes e novas perspectivas integradas à suavidade de longa data. [...] Em seu segundo disco, Mahmed vê em cada faixa uma oportunidade para converter seu ouvinte, e o termo aqui vem empregado justamente por esta possibilidade de enxergar sua obra como um grande e sagrado ritual: no qual depositamos um pouco de nossa percepção e somos recompensados com uma experiência imersiva e transformadora. Um mistério cuja graça consiste em não decifrá-lo".

Mahmed - (2018) Sinto Muito:

01 Intro
02 Vazia
03 Bosque
04 Cheio
05 Descobri
06 Leli
07 Lo Siento
08 Perdi
09 Otra Cancion
10 Enquantico Fino
11 La Disciplina (Bonus Track)

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Thiago Trad - (2018) Moscote


De Eleven Culture: "Thiago Trad nasceu na cidade de São Paulo mas se criou em Salvador [...]. O músico tocou bateria por 15 anos na clássica banda de pop rock Cascadura e agora lança, [...], seu primeiro trabalho solo - fruto de uma pesquisa musical na qual percorreu o mundo, passando por cidades como Berlim, Marrakech, Nova Iorque, Lisboa, Paris, Buenos Aires, Montevidéu, Juazeiro, Santo Amaro e Salvador. As paisagens dessas andanças foram transformadas em sons para compor os sete temas. [...] Você vai encontrar em Moscote timbres, texturas, efeitos, vocalizes, percussão, acordeom cigano, sopros mágicos, frequências graves e beats que soam entre o hip-hop, baião, ijexá, jazz experimental, blues e maxixe. [...] Além de Thiago, que em Moscote aparece tocando piano, percussão, eletrônicos e bateria, o trabalho conta com as participações de Nancy Viegas (vocais), Kiko Souza (sax e flauta), Alexandre Vieira (baixo acústico), Ldson Galter (baixo elétrico e acústico), Stefano Cortese (acordeom e arranjos), Ivan Sacerdote (clarineta), André Borges (sax e cretinos) e Tadeu Mascarenhas (baixo elétrico e arranjos)".

Thiago Trad - (2018) Moscote:

01 Buena
02 Fumaça
03 Moscote
04 Calma
05 Babilônia
06 Piedade
07 Purificação

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Kaya Project - (2018) Up From The Dust


Kaya Project é um projeto de música eletrônica world-chillout-music do DJ britânico Seb Taylor. Em 2018 ele lançou mais uma magnífica bolacha: Up From The Dust, a sexta de sua carreira. Eis um dos meus projetos de música eletrônica favoritos. Amo a música produzida por este camarada. É uma das poucas que consegue expressar quase que fielmente as sutilezas do meu estado de espírito mais profundo, rsrsrs. É claro que muita gente deve também se identificar dessa forma com o trabalho do Kaya Project. De fato, é de grande beleza a obra realizada aqui. Em Up From The Dust, Seb desenvolve com ainda mais firmeza e concentração o seu lado contemplativo e arrebatador; aglutina nessa bolacha uma exuberante espiritualidade natural em ritmos suaves e delicados, sempre naquele sábio entrelaçamento de organicidade e efeitos eletrônicos. O álbum traz milhares de referências à música oriental misturadas ao tradicionalismo folk. Participações especias de cantores internacionais (parceiros de trabalhos anteriores) complementam a elegância da bolacha num multiculturalismo étnico visando um esteticismo universal. Lindo!

Kaya Project - (2018) Up From The Dust:

01 Out Of The Dust (Intro)
02 Playful New World (Feat. Randolph Matthews)
03 Lele Yane (Feat. Irina MIkhailova)
04 Taki Ura Matts
05 Rain Bless Earth
06 Nazreh Mili (Feat. Shahin Badar)
07 Reminisce
08 San Pedro Rising
09 Forgive
10 Taking Root
11 Up From The Dust
12 Soul Sanctuary
13 Shiva Shankara (Feat. Irina Mikhailova)
14 Marco Atlantico
15 Raging Rivers (Feat. Psibindi)
16 The Weight Of Words (Feat. Omar Faruk Tekbilek & Irina Mikhailova)

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

SKAPUNK - (2018) Vol. 1


Camarada leitor, chegamos à última postagem deste ano. Por aqui foi um ano difícil, com muito trabalho e esforço para sobrevivência. Nos últimos três meses eu nem consegui fazer as postagens como de fato gostaria de ter feito. Tive de improvisar colocando algumas das playlists que servem como estudos de coisas mais ou menos novas para se escutar. Espero que neste próximo ano que vai entrar, eu possa voltar a fazer mais postagens de álbuns. Desde já, grato pela paciência e por acompanhar os compartilhamentos por aqui. SKAPUNK - Vol. 1 é uma singela compilação de ska e punk-rock, que mais precisamente na maioria das canções, é uma mistura descontraída desses dois gêneros. Como sempre, tentei fazer uma seleção dos artistas clássicos para um estudo pessoal. Acho que consegui fazer mais uma playlist bacana para o seu festejo de virada de ano. Muitas músicas dançantes e alegres para animar sua noite estão deliciosamente presentes nessa salada skapunk. A pegada minimalista e agitada do hardcore mescla-se em muitas passagens com o molejo eufórico e sensual do ska. Então, tenha um ótimo feliz ano novo! Boa festa!

SKAPUNK - (2018) Vol. 1:

01 Sublime - Santería
02 Reel Big Fish - Sell Out
03 The Specials - Gangsters
04 No Doubt - Oi To The World
05 Ska-P - Ni Fu Ni Fa
06 Madness - One Step Beyond
07 Less Than Jake - All My Best Friends Are Metalheads...

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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

SIGA O FLOW! - (2018) Volumis I


Um estudo sobre a era de ouro do rap norte americano. Sim, eis uma playlist despretensiosa que apenas busca fazer um apanhado geral sobre uma das fases mais bacanas e clássicas desse gênero musical que conquistou o mundo inteiro: o rap noventista estadunidense. Beats pesados e cheios de groove; letras sem a mínima preocupação com a censura moralista politicamente correta; veneno no verbo e entusiasmo no ritmo; rap potente que respeita suas influências musicais tradicionais e ao mesmo tempo mostra o caminho pelo qual ainda se desenvolveria. Não sou nenhum especialista no assunto, entretanto, aqui eu tentei compilar algo que servisse de base e fundamento para aprofundamentos de pesquisa posteriores. Acho que SIGA O FLOW - Volumis I é uma das mais bacanas e divertidas playlists que já fiz. Eu queria fazer algo digno de ser útil para se ouvir decentemente num bom som, algo que substituísse essas porcarias que as pessoas costumam ouvir nos sons de seus carros, rsrsrs. Já que é para incomodar os outros, pelo menos tenha a "gentileza" de ter um bom gosto musical, né?!

SIGA O FLOW! - (2018) Volumis I:

01 Public Enemy - Fight The Power
02 Fu-Schnickens - True Fuschnick
03 Run-D.M.C. - Whats's It All About
04 Boogie Down Productions - Duck Down
05 Eric B & Rakim - Don't Sweat The Technique
06 EPMD - Gold Digger
07 Big Daddy Kane - Cause I Can Do It Right...

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

JAZZBRAZZ - (2018) Volumis I


Camarada leitor, peço desculpa pela minha atual preguiça de não postar novidades por aqui. O tédio na alma tem sido tão grande que me sinto nada interessado em dar continuidade aos meus compartilhamentos musicais. Muita coisa boa tem sido lançada e eu nem estou conseguindo acompanhar os trabalhos. No momento, minha tarefa resume-se a trabalho, cuidado da família, e tentativas de vencer minha crise financeira e de depressão. A música ainda é suporte divino para as batalhas diárias. Graças a Deus! Hoje, deixo para você, mais uma playlist supimpa organizada por mim em meados do mês de Março e Abril desse ano mesmo. Chama-se JAZZBRAZZ - Volumis I, e como o nome sugere, é uma compilação de jazz brasileiro ultra eclética que passeia por diversos estilos dentro do gênero. De maneira nenhuma sou um especialista no assunto, e aqui, eu só quis fazer um pequeno estudo para eventuais pesquisas próprias. Entre clássicos, grupos modernos e alternativos, a compilação busca trazer um apanhado geral do que já foi e ainda é produzido pelo jazz brasileiro, que para mim, mostrou-se de qualidade sublime. Tchau!

JAZZBRAZZ - (2018) Volumis I:

01 Banda Jazzco - Fevereiro
02 Airto Moreira - Aluê
03 Silibrina - Zé Pereira
04 Comboio - O Futebol
05 Quarteto Novo - Misturada
06 Marmota - Havoc
07 Banda Urbana - Ladeira Da Preguiça...

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domingo, 14 de outubro de 2018

AFROBEAT - (2018) Volume 1


Essa coisa de montar playlists é algo viciante. Pessoas como eu que gostam de compilações, catálogos e coleções, se fartam abundantemente com estas brincadeiras de seleção musical. Para mim, funciona como um estudo para futuros aprofundamentos num determinado estilo musical. Acabo aprendendo bastante só de pesquisar e selecionar coisas específicas dum gênero qualquer. Sempre é muito rico e produtivo. Neste ano eu tomei vergonha e tentei fazer algo de afrobeat, e saiu este repertório que lhe apresento. Não sou um especialista no assunto, mas creio que consegui fazer um bom estudo de caso de músicas mais ou menos contemporâneas. Tem algumas coisinhas clássicas também, entretanto, sobre elas ainda estou aprendendo e fico lhe devendo. Acredito que tenha ficado uma boa playlist para entreter churrascos com amigos e festas de fim de ano. Então, caro camarada leitor, deixo-lhe com as deliciosas, saborosas e apetitosas músicas de afrobeat, afrofunk e coisas similares. A escolha da capa foi só para evocar o poder de sensualidade e atração que fumegam ardentemente dessas suculentas músicas, rsrsrs.

AFROBEAT - (2018) Volume 1:

01 Criolo - Bogotá
02 The Souljazz Orchestra - Kapital
03 Afro Latin Vintage Orchestra - Don't Lose Your Time
04 Antibalas - Who Is This America Dem Speak Of Today?
05 Quantic Soul Orchestra - Tropidelico
06 Woima Collective - Gidamba
07 Èkó Afrobeat - Arafro...

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Tchau!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Mouse On The Keys - (2018) Tres


Eles voltaram! Mouse On The Keys, o trio japonês que bota pra f#d%r com apenas uma batera e dois teclados. Mas, neste terceiro álbum de estúdio intitulado Tres, sentimos o desdobrar estético de uma morosidade complacente e depressiva, um encadeamento minimalista simplificado e soturno, um experimentalismo que perambula por ambiências em vista da contemplação. Fluindo por caminhos incertos, e contudo, sem perder os seus elementos principais característicos, Mouse On The Keys apresenta-nos um disco sincero, honesto e sem qualquer preocupação ostensiva. Vai brincando com ruídos, compondo texturas estranhas e fugazes que por um instante ou outro embrenham-se em digressões melódicas mais singelas e sóbrias. Traz uma mistura com alguns efeitos eletrônicos, e aquela violência de viradas quebradas e inesperadas, dá lugar à vociferações ascensionais e combinações estruturais cautelosas. Bastante introspectivo, modesto e esvoaçante; um disco para ouvir deitado na grama enquanto se contempla as nuvens passarem. É um belo trabalho com seus devidos méritos.

Mouse On The Keys - (2018) Tres:

01 Clarity
02 One Hundred Twenty
03 Stars Down
04 Time
05 Phases
06 Pulse
07 Golconda
08 The Prophecy (Tres Version)
09 Dark Lights (Tres Version)
10 Shapeless Man

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Visite a página do artista: Mouse On The Keys

terça-feira, 24 de julho de 2018

Bixiga 70 - (2018) Quebra Cabeça


Eis o novo disco da banda brasileira que tem conquistado nossos corações e os corações do mundo todo: o excelentíssimo Bixiga 70. Afrobeat brazuca de qualidade internacional! É só entrar no site da banda e ver quantos shows no estrangeiro já estão marcados e confirmados. Todo mundo quer ouvir o Bixiga 70 ao vivo! Os ingressos do show de lançamento no SESC Pompéia de sua mais nova bolacha, Quebra Cabeça, seu quarto álbum de músicas inéditas, acabaram quase que instantaneamente. E olha que foram três dias de shows! O Afrobeat veio para ficar e crescer no Brasil; e muitos são os frutos mágicos de sua influência: bandas como IFÁ Afrobeat, Èkó Afrobeat, Höröya, Abayomy Afrobeat Orquestra, Afroelectro, Abeokuta, etc... só coisa fina! Em Quebra Cabeça, o Bixiga traz a qualidade e maestria técnico-performática de sempre; um instrumental belamente trabalhado com muito groove, balanço e swing próprios do estilo; e mais algumas inovações que se destacam em experimentos distintos de efeitos e eletronicidades, misturando o orgânico de sua música com a estética do mundo digital. Outro belo disco!

Bixiga 70 - (2018) Quebra Cabeça:

01 Quebra Cabeça
02 Ilha Vizinha
03 Pedra De Raio
04 4 Cantos
05 Areia
06 Ladeira
07 Levante
08 Primeiramente
09 Torre
10 Camelo
11 Portal

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Africanidades ocupando São Paulo (faixa Quebra Cabeça):



Visite a página do artista: Bixiga 70

ATENÇÃO: O artista solicitou a retirada do link para download, e em respeito ao seu pedido, assim o fizemos. Aprecie apenas a resenha e o som disponibilizado por ele mesmo no Spotify. Compre o disco!

segunda-feira, 28 de maio de 2018

The Herbaliser - (2018) Bring Out The Sound


The Hebaliser está de volta com o novo álbum Bring Out The Sound. Fundada no início dos anos 90 por Ollie Teeba e Jake Wherry, The Herbaliser ganhou vários prêmios durante quase 25 anos de turnê e gravação. Também são conhecidos por entregar uma série de álbuns inovadores no Ninja Tune. Bring Out The Sound apresenta uma mistura diversificada de músicas inspiradíssimas. Batidas de hip hop se mesclam a organicidades instrumentais em composições que possuem colaboração duma banda real. As experiências positivas adquiridas nos trabalhos do The Herbaliser Band aqui foram integradas e fortalecidas em canções que transpiram profundidade e maturidade estética. As diversas influências e gostos dos músicos se fundem numa excelente compilação de gêneros articulados em passagens que desfilam um domínio técnico e estilístico cheios de sabedoria. Hip-hop, trip-hop, soul-funk, breakbeat com muito swing e experimentalismos. Nesse álbum eles conseguiram aglutinar todo o conhecimento dos discos anteriores e nos apresentam uma síntese poderosa de seu modo de fazer música.

The Herbaliser - (2018) Bring Out The Sound:

01 Breach
02 Seize The Day (Feat. Just Jack)
03 Like Shaft (Feat. Rodney P & 28luchi)
04 Out There
05 Submarine
06 Over & Over (Feat. Stac)
07 Cyclops
08 Some Things (Feat. Rodney P & Tiece)
09 Tripwire
10 Hearts Of Men
11 Twenty Years (Feat. Mark Keds)
12 EMT
13 Takedown
14 Twenty Years (Instrumental)
15 Over & Over (Instrumental)
16 Some Things (Instrumental)
17 Like Shaft (Instrumental)
18 Seize The Day (Instrumental)

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Visite a página do artista: The Herbaliser

domingo, 4 de março de 2018

Chris Joss - (2018) Misophonia


A cada audição de um novo disco do multi-instrumentista francês Chris Joss, pergunto-me se ele não consegue fazer um disco ruim. Na verdade não ouso saber e nem o quero de fato. Quero mesmo é que cada bolacha produzida por esse excelente artista seja sempre uma melhor do que a outra. Todos os discos do cara são ótimos! Misophonia é o décimo álbum de estúdio da carreira dele. São dez álbuns de excepcional qualidade; todos merecem ser muito bem ouvidos e apreciados. Eu até os compraria se estivessem disponíveis no Brasil (importar, nem pensar! Sairia extremamente caro!) Já virei fã do trabalho desse camarada. O segredo do sucesso de Misophonia é a fidelidade aos experimentos e combinações estilísticas que deram certo anteriormente, e continuarão dando certo no futuro por serem muito bem elaboradas e de alto bom gosto. O soul-funk de base é o prato principal; vem temperado com elementos eletrônicos saturados de swing; resgastes anos setenta ajudam na pintura de coloridos mais abstratos; e um refinado groove abraça dançante o ambiente como um perfumado incenso. Também vale a pena!

Chris Joss - (2018) Misophonia:

01 Glam Boogie
02 Kogo
03 Steam Jet
04 Grateful Dancer
05 Karma Fury
06 Sunshine Ballerina
07 Coping
08 Voids And Bubbles
09 Static Flavor
10 Misophonia
11 Breather
12 Dove Wings

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