quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

New York Ska-Jazz Ensemble - (1996) Low Blow


New York Ska-Jazz Ensemble é uma renomada banda skazeira, que desde 1994, vem nos presenteando com várias bolachas de alta qualidade. Low Blow é o seu segundo saboroso álbum de estúdio. Tem como integrantes: Rocksteady Freddie no saxofone e no vocal, Ric Becker no trombone e no vocal, Alberto Tarin na guitarra e no vocal, Earl Appleton no teclado, Wayne Batchelor no baixo, e Yao Dinizulu na batera. Eles têm realizado regulares turnês por toda a Europa, Estados Unidos e América Do Sul. Por sua alta energia, originalidade, e criatividade transparente numa potente mistura de dance hall, reggae, rocksteady e jazz, ganharam entusiasticamente a aclamação da crítica. Suas performances bombaram em festivais como: The North Sea Jazz Festival, Montreal Jazz Festival, The Quebec Festival De Musique, Musiques En Ete (Genebra), The Bob Marley Reggae Festival, e muitos outros festivais de jazz nos Estados Unidos. -  E, cá entre nós, louvadores da boa música, sabemos que o blog Santería não decepciona e lhe trouxe hoje mais uma bolachinha indispensável! Deguste-a!

New York Ska-Jazz Ensemble - (1996) Low Blow:

01 Low Blow
02 Jive Samba
03 Mr. Pitiful
04 Centrifuge
05 Walkin'
06 Nasty by Nature
07 Teardrops From My Eyes
08 Gene Ammons
09 Naima
10 Professor Bebop
11 Hawaii
12 Yo' Mama
13 Blow Wind Blow
14 Blue Lunar Ska

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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Thank You Scientist - (2016) Stranger Heads Prevail


No último dia do ano, uma última postagem bem especial para você, caro leitor santérico. O derradeiro disco é uma descoberta que muito me impressionou já há um tempo. Stranger Heads Prevail é o espetacular segundo trabalho dos estadunidenses do Thank You Scientist. Extrapolando os limites mais ou menos genéricos do rock progressivo, estes camaradas usam e abusam do experimentalismo e trazem uma sonoridade ímpar que acrescenta miríades de temperos virtuosísticos muito bem escolhidos e colocados no seu caldeirão alquímico sonoro. Desde pegadas fortes e furiosas do metal até as sofisticações elegantes e técnicas do jazz. Eis uma já antiga fusão bombástica que dá muito certo e que aqui assume novas combinações junto à malabarismos espiralados e circenses. A banda possui sete integrantes, incluindo instrumentistas não tão comuns neste gênero: trompete, saxofone, cítara e violino elétrico. É evidente a paixão que carrega e energiza o disco; e tudo executado com primazia e requinte estético. Um trabalho bonitão para fechar esse ciclo. E na medida do possível, tenha um feliz ano novo!

Thank You Scientist - (2016) Stranger Heads Prevail:

01 Prologue: A Faint Applause...
02 The Somnambulist
03 Caverns
04 Mr. Invisible
05 A Wolf In Cheap Clothing
06 Blue Automatic
07 Need More Input
08 Rube Goldberg Variations
09 Psychopomp
10 The Amateur Arsonist's Handbook
11 ...Epilogue: And The Clever Depart

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

The Gourishankar - (2015) The World Unreal


O segundo disco dos russos do The Gourishankar2nd Hands, que eu postei por aqui há um tempinho atrás, me impressionou bastante e fiquei pensando nele um tempão. Um rock progressivo diferentão e cheio de beleza; bem feito e com passagens impressionantes que davam aquele gostinho de "quero mais". Já o seu terceiro álbum intitulado The World Unreal, vira tudo de ponta cabeça e nos oferece uma proposta arriscada e completamente diferente da de antes. Não sei o porque as bandas quando querem dar uma experimentada, sempre caem no feitiço da música eletrônica. Em The World Unreal essa tentação experimental ainda flerta com ligeiros maneirismos pop que soam meio esquisitos e clichês em comparação ao que se ouve em 2nd HandsThe World Unreal buscou um caminho mais futurista e industrial para fugir dos lugares comuns que o estilo da banda teria a oferecer; para mim fugiu muito do que eu esperava ouvir, mas ainda assim é um disco interessante. Em alguns momentos chega a me lembrar brisas nostálgicas dum new wave oitentista; algo que achei bem  interessante. Confira aí!

The Gourishankar - (2015) The World Unreal:

01 Intro - Fate
02 Order And Chaos
03 First Rush
04 Let It Go
05 Place For Everything
06 Heartland
07 Truth Stays Silent
08 World Unreal
09 Time Follows
10 Pleasure And Suffering - Part 1
12 Pleasure And Suffering - Part 2

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domingo, 29 de dezembro de 2019

The Butterfly Effect - (2003) Begins Here


Mais uma banda australiana para deixar este blog ainda mais lindo e maravilhoso. The Butterfly Effect é nome da empreitada. Os camaradas aqui fazem um som na linha progressiva alternativa meio Tool, meio Karnivool, meio Deftones, com melodia e melancolia, com peso e passagens viajantes e flutuantes. Begins Here é o primeiro álbum do projeto. Com uma alta dosagem de rock alternativo que se mescla singelamente com elementos do progressivo, o disco desenvolve-se sem pressa, numa aura ascendente, trazendo efeitos ambientais e expansivos em riffs cheios de simples progressões crescentes e melodias espaçosas. O trabalho guarda um ar tristonho e nostálgico, e um groove parafraseador de balanços dançantes que em certos momentos nos lembra o saudoso new metal. O disco é daqueles que conseguem desenhar paisagens oníricas em nossas mentes enquanto o escutamos; tipo passeios de carro numa bela estrada costeira. Se você estiver à toa e sem muito o que fazer num Domingo a noite silencioso e triste, esta bolacha pode ser uma ótima companheira junto com uma boa cerveja.

The Butterfly Effect - (2003) Begins Here:

01 Intro
02 Perception Twin
03 Consequence
04 One Second Of Insanity
05 Crave
06 Beautiful Mine
07 Filling Silence - Intro
08 Filling Silence
09 Always
10 Without Wings
11 Overwhelmed
12 A.D.
13 Outro

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sábado, 28 de dezembro de 2019

Karnivool - (2009) Sound Awake


Karnivool é uma banda australiana super bacana com uma sonzeira do cacete, que enquanto o Tool enrolava para lançar o seu novo disco meio brocha Fear Inoculum, estava matando minha imensa saudade dum rock progressivo mais alternativo e descolado. Com temáticas subliminares espiritualistas-místicas na letras, cantos melódicos cheios de melancolia e lirismo num estilo depressivo ascensional que gosto muito, e com um instrumental ambiental, pesado e contemplativo ao mesmo tempo, temos todos os elementos compositivos que fazem a alquimia estética desta belezura que é o seu segundo álbum intitulado Sound AwakeSimple Boy abre a bolacha com uma introdução que vai chegando de mansinho com um baixão encorpado e toma proporções mais flutuantes e abrangentes. Goliath mantém o álbum sempre subindo. Lá no meio do disco estrategicamente temos a inebriante e misteriosa All I Know para nos recuperar o fôlego do excesso de altitude. Deadman e Change fecham o trabalho com duas épicas viagens de mais de dez minutos cada uma. Então, curte aí antes de acabar o ano!

Karnivool - (2009) Sound Awake:

01 Simple Boy
02 Goliath
03 New Day
04 Set Fire To The Hive
05 Umbra
06 All I Know
07 The Medicine Wears Off
08 The Caudal Lure
09 Illumine
10 Deadman
11 Change

Deguste um fluxo (faixa All I Know):



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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Tool - (2019) Fear Inoculum


Depois de muita, muita, muita e muita espera, finalmente em Agosto deste ano, o Tool, uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos, lançou o seu muitíssimo aguardado novo disco de estúdio com músicas inéditas não tão ineditais. Para mim, a decepção auditiva foi tão grande quanto a espera desta bolacha. Veja bem, o disco não é ruim, mas também não é um Aenima, um Lateralus, ou mesmo um 10.000 DaysFear Inoculum é o quinto disco deles. A impressão que esse trabalho me deu foi a de que pegaram as sobras de vinhetas dos discos anteriores e as lançaram como inéditas neste. Há somente duas faixas que considero devidamente músicas: Fear Inoculum7empest (não por acaso, os singles do álbum). Nem a capa do disco do talentoso e criativo Alex Grey teve lá muita inspiração. Esperávamos também um vídeo-clipe monumental de algum dos singles, e até agora nada! Proposta estranha; meio contemplativo, ambiental e meditativo, mas sem nenhum grande arrebatamento como o de uma Parabola. Eu até gostei do disco, mas vou torcer para que os músicos sejam menos preguiçosos na próxima tentativa.

Tool - (2019) Fear Inoculum:

01 Fear Inoculum
02 Pneuma
03 Litanie Contre La Peur
04 Invincible
05 Legion Inoculant
06 Descending
07 Culling Voices
08 Chocolate Chip Trip
09 7empest
10 Mockingbeat

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Beardfish - (2011) Mammoth


Via Nocturna: "[...] Beardfish criada por Sjöblom e Zackrisson, e com cinco álbuns aclamados pela crítica, [...] está de regresso com um disco muito adequadamente intitulado de Mammoth. [...] As referências são as melhores e quase sempre seventies: King Crimson, Gentle Giant, Camel. E no conjunto de sete temas há tempo para se explorarem desde os riffs tipicamente hard rock, em The Plattform, até momentos verdadeiramente épicos, como em And The Stone Said: If I Could Sleep, onde a presença do saxofone atinge proporções mágicas. Pelo meio, tempo ainda para um pop beatleano, em Tightrope, para uma demonstração da destreza técnica de Rikard Sjöblom no piano em Outside/Inside, para o rock de Green Waves ou para o jazz de Akakabotu. O final faz-se com a brilhante Without Saying Anything, que, na sua forma, se apresenta quase como uma mistura de duas canções, tal a diversidade evolutiva apresentada. Por tudo isto, este Mammoth é um trabalho de eleição que merece ser explorado e sentido em cada um dos seus pormenores. Verdadeiramente delicioso".

Beardfish - (2011) Mammoth:

01 The Platform
02 And The Stone Said- If I Could Speak
03 Tightrope
04 Green Waves
05 Outside - Inside
06 Akakabotu
07 Without Saying Anything (Feat. Ventriloquist)

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