domingo, 1 de novembro de 2020

Passport - (1971) Passport


Muro Do Classic Rock: "Passport é um grupo alemão de jazz fusion formado em 1971. Foi fundado por Ace Saxeman e o compositor e arranjador Klaus Dolginder juntamente com Curt Cress (percussão), Kristian Schultze (teclados) e Wolgang Schmid (baixo e guitarra). A banda é praticamente liderada por Klaus Doldinger, e inicialmente ela se chamava Klaus Doldinger´s Passport. O saxofonista Klaus Doldinger nasceu em Berlim, Alemanha. Começou a sua carreira na música no início dos anos 50, tendo estudado música e engenharia. Em 1962 fundou o Klaus Doldinger Quartet e começou a lançar muitos discos. Perto do fim da década de 60 começou a escrever bandas sonoras, como a faixa-título de 'Tatort', a série da TV alemã de maior sucesso. [...] Seus quatro integrantes [...] são músicos de sólida formação instrumental que, nos últimos 10 anos, fundiram experiências e influências do jazz, pop e até clássico, conseguindo assim realizar um trabalho de personalidade desde o primeiro disco Passport, e que só tem evoluído [...], ao ponto de hoje ser um dos grupos europeus de maior prestígio nos EUA".

Passport - (1971) Passport:

01 Uranus
02 Schirokko
03 Hexensabbat
04 Nostalgia
05 Lemuria's Dance
06 Continuation
07 Madhouse Jam

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Rick Wakeman - (1973) The Six Wives Of Henry VIII


Prog Resenhas: "[Em The Six Wives Of Henry VIII] [...] A temática gira em torno das seis esposas de Henry VIII, monarca inglês. A ideia para o álbum veio durante a turnê com a banda Yes pelos Estados Unidos em 1972. Nas viagens de avião, Wakeman leu o livro 'The Private Life Of Henry VIII' da escritora escocesa Nancy Brysson Morrison, publicado em 1964. Ele quis então interpretar a personalidade de cada esposa do Henry VIII através da música. E assim criou 6 faixas instrumentais, cada uma correspondente a cada esposa do rei inglês. Durante a gravação do álbum, Wakeman contou com diversas participações [...]. Para a gravação da faixa 4, Wakeman contou com o auxílio do órgão da Igreja St Giles-Without-Cripplegate, localizada em Londres. O álbum inicialmente seria intitulado como 'Henry VIII And His Six Wives', sendo uma das faixas dedicada a Henry VIII. Embora essa faixa tivesse sido descartada do lançamento original, ela foi executada durante a apresentação ao vivo no Hampton Court, mesmo local em que Jane Seymour deu a luz a Edward e onde Catherine Howard foi aprisionada. [...]" - Foda!

Rick Wakeman - (1973) The Six Wives Of Henry VIII:

01 Catherine Of Aragon
02 Anne Of Cleves
03 Catherine Howard
04 Jane Seymour
05 Anne Boleyn
06 Caterine Parr

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quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Spyro Gyra - (1978) Spyro Gyra


Wikipédia: "Spyro Gyra é uma banda americana de jazz-fusion originalmente formada em meados de 1970 na cidade de Buffalo. A banda tem cerca de 29 álbuns gravados, com um total de vendas superior a 10 milhões de unidades. Estão entre as mais prolíficas e bem-sucedidas bandas do gênero. [...] Algumas músicas do seu repertório ficaram marcadas por sua utilização em spots comerciais e como tema de abertura de programas de rádio e televisão, como no caso de 'Lovin You' (do álbum Catching The Sun) que foi tema de abertura do programa Telecurso 1º Grau e a música 'Bob Goes To The Store' (do álbum Breakout) que foi tema da vinheta do programa Free Jazz Festival, exibidos na Rede Globo nos anos 80 e início dos 90. [...] Sua música possui influências que vão desde o smooth jazz, combinado com jazz e elementos do R&B, funk e pop music. Os principais fundadores foram o saxofonista e compositor Jay Beckenstein e o tecladista Tom Schuman". - Este trabalho de 1978 é o primeiro do grupo, e nele já podemos perceber a excelência técnica, o bom gosto e o alto refinamento estético de músicos profissionais.

Spyro Gyra -  (1978) Spyro Gyra:

01 Shaker Song
02 Opus D'Opus
03 Mallet Ballet
04 Pygmy Funk
05 Cascade
06 Leticia
07 Mead
08 Paula - Paw Prints
09 Galadriel

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sábado, 1 de agosto de 2020

PE'Z - (2002) くがつのそら - Kugatsu No Sola


PE'Z é uma banda japonesa muito louca de jazz mirabolante. Inclusive, eu diria que jazz mirabolante é uma característica intrínseca da musicalidade jazzística japonesa. O poder mirabolante da música da banda deu a ela um apelido bem curioso: The Samurai Jazz Band; este até poderia ser o nome oficial deles. PE'Z começou sua carreia como banda itinerante nas ruas de Shibuya no centro de Tóquio, e com o bom e velho marketing do boca a boca do povão que assistia suas performances, adquiriu imensa reputação e logo as ruas ficaram pequenas para suas apresentações. Participou de vários festivais japoneses de jazz e conseguiu um contrato com a Sony Music Japan. Kugatsu No Sola é o primeiro e impressionante álbum do quinteto. Bateras agressivas e impactantes arregaçam no ritmo; melodias venenosas fluem ardentes dos metais; e pianos ora extrovertidos, ora introvertidos, criam linhas complementares preenchendo espaços etéreos. Os espadachins do jazz sentam o sarrafo sem dó e uma pauleira virtuosística é debulhada numa suculenta bolacha recheada de doze faixas poderosas.

PE'Z - (2002) くがつのそら - Kugatsu No Sola:

01 Ready! - Kiiroi Ouchi No Elevator Wa Midoriiro
02 Mosquito 38
03 Akatsuki
04 Let It Go
05 Hito Ga Yume Wo Miru To Iu Koto - Black Skyline
06 I'm A Slugger
07 Peach - Ashihara Story - (Ex 004)
08 Song For My Buffalo
09 Across You
10 Spirit
11 Amny
12 Hale No Sola Sita - LA Yellow Samba

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Chris Joss - (2011) Nuclear Kamikaze

 

Chris Joss é um produtor e multi-instrumentista francês que até o momento nos presenteou com doze álbuns de estúdio; Nuclear Kamikaze é o sétimo. Mais um disco fora do comum para fazer jus a sua discografia impecável! Experimentos soul-funk setentistas mesclados inteligentemente com modernidades ecléticas e de bom gosto. Chris Joss não decepciona nunca; todos os álbuns dele postados até o momento por aqui são sempre de primorosa qualidade. Satisfação garantida! Prepare-se para dançar alucinadamente, para requebrar-se cheio de swing, e para entrar com força no embalo de baladas frenéticas. Atravesse túneis astrais retrospectivos e mergulhe nas ondas nostálgicas de musicalidade fluídica, plástica e hiper flutuante. Cada álbum desse camarada é um novo convite a um viagem muito particular, onde introspecções brisantes complementam-se dialeticamente com extroversões corporais extravagantes. Baixos encorpados; guitarrinhas melosas; teclados progressivos; ambiências cósmicas; e batuques sensualíssimos para dar muito fogo no rabo! Sensacional!

Chris Joss - (2011) Nuclear Kamikaze:

01 You Make Me Happy
02 Toxic People
03 Come On It's Time To Get Up
04 Spectators
05 No Play No Work
06 He Got The Shakes
07 Get Cloned
08 Blazing Ashes
09 Radium Girls
10 Morse Attack
11 Speed-O-Sound
12 Overstay
13 Toxic Smoke
14 Sequence Of Spectators

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Sharon Jones & The Dap-Kings - (2007) 100 Days, 100 Nights

 

Do blog Women Of The Ghetto: "Sharon Jones nasceu em maio de 1956 e começou a cantar ainda criança em corais de igreja. Segundo algumas pesquisas que fiz, ela sempre teve talento, porém não era reconhecida e por isso tornou-se carcereira de uma penitenciária em Nova York e depois trabalhou também com carro-forte. Em 1996 os Dap-Kings que na época se chamavam Soul Providers se preparam para gravar um disco com Lee Fields, e os produtores precisavam de 3 garotas para fazer backing vocal, e Sharon, como era casada com o saxofonista, havia sido indicada por ele para fazer parte desse tal trio, porém, Sharon questionou: 'Por que três garotas, se eu posso fazer isso sozinha?' E foi aí que ela retornou ao meio musical. Como foi dito na Folha Online: 'Puramente da velha-guarda do soul music, Sharon Jones possui uma voz potente, de alcance profundo, que utiliza para buscar uma certa pureza perdida do soul, timbres que remetem aos clássicos dos selos Motown e Stax'". - 100 Days, 100 Nights, o terceiro álbum desta excelentíssima cantora ,é de fato uma baita viagem nostálgica.

Sharon Jones & The Dap-Kings - (2007) 100 Days, 100 Nights:

01 100 Days, 100 Nights
02 Nobody's Baby
03 Tell Me
04 Be Easy
05 When The Other Foot Drops, Uncle
06 Let Them Knock
07 Something's Changed
08 Humble Me
09 Keep On Looking
10 Answer Me
11 The Collection Song (Bonus Track)

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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Tigran Hamasyan - (2006) World Passion


Tigran Hamasyan é compositor, pianista talentosíssimo, e um jazzista de primeira. De origem armênia, traz também para sua musicalidade a influência da folk music tradicional desse país. Outra grande influência no estilo musical deste camarada é o progressive-rock, e isso podemos reparar nas suas longas canções com longas digressões melódicas virtuosísticas, complexas e refinadamente elaboradas. World Passion, seu incrível álbum de estreia, foi lançado quando o músico tinha dezoito anos de idade; a excelência técnica já estava presente desde a sua juventude. Foi tocando por diversos festivais de jazz de renome internacional e ganhando prêmios por onde passava. O talento só foi lhe rendendo frutos. Na audição de World Passion é que podemos conferir e dar crédito a toda essa reputação. Linhas melódicas abstratas acentuadamente marcadas pelo experimentalismo do improviso se juntam a maneirismos clássicos num acabamento polido em refinamento e sofisticação. Tudo bem redondinho e afinado, e ao mesmo tempo com um espírito de ousadia criativa e sobriedade calculada.

Tigran Hamasyan - (2006) World Passion:

01 World Passion
02 What Does Your Heart Want
03 These Houses
04 Pt. 1 - The Fruit Of The Truth
05 Pt. 2 - Eternity
06 The Rain Is Coming
07 Mother's Lament
08 Frosen Feet
09 What Is This Thing Called Love
10 Native Land

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