quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Alcohol Jazz - (2002) Suerte Y Padrino


De repente, espontaneamente sem querer querendo, colegas de um curso de Filosofia da Universidade de Madrid, resolveram se juntar para dar liberdade expressiva aos ébrios eflúvios de suas maiores paixões naquele momento: filosofia, álcool e jazz. Em meio a torrentes de manjares etílicos e embriagamentos de clássicos do jazz e do funk, surge o Alcohol Jazz. Temos aqui uma banda espanhola desdobrando-se num ecletismo hiper saudável que nos entorpece com sua beleza sonora e alegria rimbombante. Energia festiva e dançante transbordam dos canecos da criatividade, e revigorantes doses imensamente potentes de groove e swing rodopiam nossas mentes. O balanço come (ou bebe) solto, o rebolado agita o popozão, e a sua boêmia estética destila sonoridades de alto teor técnico-melódicos. Um som bem divertido e descontraído, com pegada quente pra lhe deixar com sede e vontade de múltiplas saideiras. Jazz, soul e funk embebidos de experimentalismos sóbrios que não cambaleiam nem tropeçam a cada tortuosidade virtuosística. Suerte Y Padrino é seu segundo disco. Saúde!

Alcohol Jazz - (2002) Suerte Y Padrino:

01 Suerte Y Padrino
02 Catalina
03 No More Funk
04 Retuercele La Oreja
05 Psicoactiva TV
06 Nuevo Tote
07 Amarillo
08 El Misterio De Los Antivirus En El Bar La Parada
09 Holidays In Tora Bora
10 No Me Mires Tanto
11 Bobalizacion
12 Starsky & Hutch
13 S.W.A.T.

Deguste um fluxo (faixa S.W.A.T.):


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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

JazzBo - (2006) Born Blue


Comecemos esta Segunda-Feira com algo para acalmar a cachola para a labuta de mais uma semana. Não tá fácil, não. A grana tá ficando cada vez mais curta, né?! Pelo menos para nós que sobrevivemos na casta dos pé-rapados, rsrsrs! Bem, vamos esquecer esses pormenores momentaneamente para nos dedicar à audição desta outra maravilhosa bolachinha Santérica. JazzBo é uma banda alemã de ska formada em 1997, pela fusão de diversos integrantes de outros projetos musicais skazeiros-jazzísticos da Alemanha. Os camaradas seguem uma linha bem próxima dos clássicos skazeiros, têm uma estética mais tradicionalista e não se aventuram muito em experimentações mirabolantes e modernosas. Born Blue é o terceiro álbum da trupe; ele possui uma atmosfera bem interessante, que baseando-se nos elementos tradicionais já citados, mostra-nos uma elegância natural desenvolvida num artesanato de sons improvisados espontaneamente ao vivo. A gravação é daquelas cheias de organicidade e simplicidade típicas das bolachas clássicas do jazz. Indispensável para quem tem bom gosto!

Jazzbo - (2006) Born Blue:

01 Born Blue
02 The Happy Hypocrite
03 African Chant
04 Skanking The Blues Away
05 Quando, Quando
06 Lynndie England
07 Hurricane Katrina Ska
08 Feijoada
09 Nuclear Weapon
10 King Conga
11 Bernie's Tune
12 Down On Bondstreet
13 In Walked Dub
14 Cleopatra
15 Reggae Rights

Deguste um fluxo (faixa Born Blue):



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sábado, 26 de setembro de 2015

Kora Jazz Trio - (2005) Part Two


Jazz africano de excelentíssima qualidade excêntrica. Música sofisticadamente refinada fugindo dos padrões comumente desfilados neste Blog, mas que ainda sim, sintoniza-se sutilmente com um montão de outras belas coisas que já passaram por aqui. Ainda farei um mês especial de postagens mais específicas de música africana neste recinto, acho que já está precisando. Bem, Kora Jazz Trio é natural de Guiné e Part Two é o seu segundo experimento de impressionante fusão da música tradicional africana com o Jazz. Sabemos que esses tipos de combinações costumam soar muito bem, e ser esteticamente, ferramentas prazerosas de extraordinárias contemplações. Ferozes e belíssimas linhas de piano formam melodias espiraladas e dançantes; percussões abundantes marcam o ritmo e criam uma atmosfera ancestral num background imerso de sutilezas; e para elevar o poder de encantamento, temos a força dos dedilhados hipnotizadores do kora, um instrumento musical tradicional africano. Todo este trabalho é fruto de experimentações improvisadas arquitetadas com muita sabedoria. Pura beleza!

Kora Jazz Trio - (2005) Part Two:

01 Djame
02 Folly
03 Sunugal
04 Dadiou
05 Rythm'ning
06 Sindi
07 N'na
08 Seyo
09 Teranga
10 La Mer
11 Yakar
12 Djanya

Deguste um Fluxo:


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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Jazz Jamaica All Stars - (1998) Double Barrel


Double Barrel é o quarto álbum da prestigiada banda de ska, Jazz Jamaica All Stars. Esses camaradas já apareceram por aqui anteriormente, confira lá no widget Santos Em Louvação. Naquele momento fiz uma resenha cheia de bajulação e pagação de pau para o disco Massive deles, e nesta resenha não será diferente, rsrsrs. Esta bolachinha antecede aquele trabalho e nela já poderíamos enxergar a extraordinária evolução pela qual o grupo ainda passaria. Double Barrel com certeza está incluso na lista de um de seus melhores trabalhos. As fronteiras entre ska, reggae e jazz estreitam-se e acabam rompendo todo paralelismo peregrino para se fundirem e mesclarem-se num casamento perfeito de todos esses gêneros. Todas as faixas são de exemplar qualidade e nenhuma se perde num trabalho que pode ser considerado uma obra-prima do ska. Várias passagens com linhas melódicas fortíssimas, requintadas, sofisticadas, e de auspiciosas energias mais do que positivas. Acredito que o ska é um remédio para muitos males que afligem a alma de um indivíduo, e mais este disco do Jazz Jamaica All Stars nos prova isso.

Jazz Jamaica All Stars - (1998) Double Barrel:

01 Double Barrel
02 Confucious
03 Monkey Man
04 Theme From Exodus
05 Shank Kai Chek
06 Butterfly
07 Marcus Junior
08 Dewey Square
09 Walk On By
10 Night Dreamer
11 I Heard It Through The Grapevine

Deguste um Fluxo (faixa Butterfly):



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Siga o Fluxo !!!

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Jaga Jazzist - (2001) A Livingroom Hush


Adaptado e resumido do site da BBC Music: "Se você precisa de provas de que a Europa (particularmente a Noruega) é o lugar onde coisas interessantes estão acontecendo, esta é a prova. A Livingroom Hush é a estreia do coletivo norueguês Jaga Jazzist. O álbum já chegou com elogios da crítica, sendo memoravelmente citado como uma fusão de Charles Mingus com Aphex Twin. Jaga Jazzist mistura elementos da música eletrônica com o um Jazz sem formalidades, e deixa vários espaços abertos para complementaridades com o Dub e o Post-Rock, criando uma simbiose de pura originalidade. Ao contrário de alguns de seus contemporâneos, não muitas referências específicas à tradição do Jazz. Há uma abordagem pluralista neste trabalho que já podemos observar na abertura do disco com a faixa Animal Chin, com variações de flauta e vibes cheias de espirais sobre cambaleantes breakbeats. Going Down segue deslizando suave com linhas melódicas luminosas". - O disco ainda flui por muitas outras abstrações e experimentalismos que esbanjam ousadia inovadora e liberdade criativa flutuante.

Jaga Jazzist - (2001) A Livingroom Hush:

01 Animal Chin
02 Going Down
03 Press Play
04 Airborne
05 Real Racecars Have Doors
06 Low Battery
07 Midget
08 Made For Radio
09 Lithuania
10 Cinematic

Deguste um Fluxo:


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domingo, 20 de setembro de 2015

Bad Jazz Troupe - (2010) Looking For Jupiter


Oficina De Macacos: "'Looking For Jupiter' [...] é um disco, [...] passageiro que deixará seus tímpanos sedentos por mais! A banda é formada basicamente por Jerker Kluge, requisitado baixista dos Boogoos, e Dusty - deejay mentor e peça-chave da Jazz & Milk Records, além de músicos convidados. [...] Esta trupe, conforme pregam, resgata à 'rebeldia do Jazz', aquele compromisso apenas com a liberdade musical, assim como em sua origem. Mas não pense que daqui flui algo como o Free Jazz, viajadão demais. Pelo contrário, aqui verás, sim, todos os pés e cabeças. [...] Fazem Afrobeat, Ethio-Jazz ou Nu-Funk utilizando dos recursos mais recentes e inusitados. [...] Timbres clássicos, linhas de big-bands e poderosos solos não deixam o modernismo atracar. Em performances ao vivo da trupe, sob o comando de Jerker, músicos altamente qualificados e criativos brisam com arranjos sofisticados, fundindo harmonias e improvisações brilhantes às batidas percussivas inimitáveis de Dusty. Você provavelmente poderia viver sem ter ouvido a Bad Jazz Troupe, mas você jamais teria escolhido tal opção em sã consciência!"

Bad Jazz Troupe - (2010) Looking For Jupiter:

01 Looking For Jupiter (Dusty Rework)
02 Organ Walk (Dusty Rework)
03 Breakdown Treat (Dusty Rework)
04 Moogie Woogie
05 Breakdown Treat
06 Looking For Jupiter (Original)

Deguste um PLAYLIST FULL Fluxo:


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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

St. Petersburg Ska-Jazz Review - (2005) Too Good To Be True


Ao dar o play nesta bolacha, meu amigo, quase gozo nas calças de tanto prazer sonoro! Você já de início, toma na cara uma bomba orgiástica de alegria que faria qualquer detentor da pura virilidade ter uma ejaculação precoce! A alegria o contagiaria de uma ansiedade super extasiante e o faria explodir, rsrsrs! E as bombadas não param no início, vão sendo multiplicadas ao infinito durante o fluir do álbum. Este são os russos do St. Petersburg Ska-Jazz Review, e eles não estão para brincadeira, apesar de fazerem um som que é pura diversão e êxtase! Skazeira feroz e potente, vigorosa e arrebatadora; penetrará seu subconsciente o fará ter poluções noturnas ao rememorar sua força estética. Too Good To Be True é o fantástico segundo disco deles. A bolacha nos apresenta uma faixa melhor do que a outra e não dá para escolher uma favorita! É como se eles tivessem decidido colocar em um só álbum todo o poder de seus talentos, de uma vez só para foder com tudo logo! Rsrsrs! Bem, este trabalho é muito viciante, e provavelmente, você não parará de ouvi-lo ao iniciar esta jornada musical.

St. Petersburg Ska-Jazz Review - (2005) Too Good To Be True:

01 Skatana
02 Mr. Big Stuff
03 Skokiaan
04 Policy Of Truth
05 Too Good To Be True
06 Last Warning
07 Under The Big Top
08 Old Devil Moon
09 Baby, I'm Glad You're Mine
10 My Little Cloud
11 4.70
12 Only Today
13 Usaty Nyan' Stomp
14 Wounded Lion
15 Juzzt Waltz

Deguste um fluxo:


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