sábado, 10 de março de 2018

The Q Orchestra - (2010) Journey Through Sounds


The Q Orchestra (anteriormente conhecida como The Quasamodo Orchestra) é o projeto musical liderado pelo produtor, músico e compositor grego Dimitris Nassios. Desde 2006, o grupo lança sua música através de vários rótulos, além de ações de remixagem como Basement Freaks e Quincy Joints, e, por sua vez, teve seu próprio material reeditado por nomes como The All Good Funk Alliance, Omegaman e Valique. Citando influências tão avançadas como Blaze, Bob Sinclair, Earth Wind And Fire, Dimitri De Paris, Deodato, Thievery Corporation, Nirvana e The Prodigy, garantem que sua música esteja em contato com as raízes da alma e também a vanguarda dos sons modernos, e isso é refletido diretamente no álbum Journey Through Sounds. Batidas fortes, funk porreta, swing e groove a rodo, malabarismos malemolentes, e um clima dançante de discoteca de cabo a rabo. Ferocidade pura! Com um grande tempero assim, antecipa-se coisas maravilhosas para The Q Orchestra enquanto espalham vibrações musicais positivas e mediterrâneas numa viagem atrativa por Journey Through Sounds.

The Q Orchestra - (2010) Journey Through Sounds:

01 Simon Says Don't Stop
02 Wise Words 2 Live By (Feat. MC Coppa)
03 Boogie Nights (Feat. Jennie Kapadai)
04 Ritmo Diabólico
05 The Pink Rider (Feat. The Sly Players)
06 My Way (Feat. Jennie Kapadai)
07 Alley Trap
08 So What
09 Boca Que Engana
10 Spread Your Wings
11 An Old Gathering
12 Not The End (Feat. Jennie Kapadai)

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O artista não possui página oficial, portanto, apenas siga o Fluxo, meu amor!

sexta-feira, 9 de março de 2018

The Baker Brothers - (2014) Hear No Evil


Deliciosamente cheio de atitude, energia e empolgação entusiástica. Repleto de brilho como numa constelação de estrelas, Hear No Evil, o sétimo álbum dos britânicos do The Baker Brothers, traz luminosidade confortante para este mundo de trevas, rsrsrs. Não poderíamos esperar algo diferente de um disco de soul-funk, o ritmo musical mais iluminador já inventado no universo. Estão presentes nessa bolacha as experimentações características de músicos ecléticos de bom gosto: o flerte constante e amoroso com elementos do jazz, rock, hip-hop e R&B. Baixão encorpado, forte e eloquente cria a uma base firme e potente aliado a uma batera objetiva, direta e com pegada certeira; guitarra refinada, sutil e elegante preenche espaços com ambiências esvoaçantes; metais nervosos trazem a claridade cristalina de harmonias abrangentes e abrasadoras. Um disco feito no capricho com muito estudo e atenção aos detalhes no acabamento. Tudo soa muito redondinho e encaixado com perfeição. Hear No Evil é o resultado do conhecimento e das experiências bem sucedidas dos seus trabalhos anteriores.

The Baker Brothers - (2014) Hear No Evil:

01 Intercontinental Flower Power
02 New Way Of Thinking
03 Cherry Wine
04 Kiss Of Life
05 Push
06 Just Try Now
07 Breathe Fire
08 Hill Climb
09 Love's Attonement
10 Ring True
11 Sow And Reap
12 Dancing With My Mates Till Dawn
13 Big Guns

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quinta-feira, 8 de março de 2018

Malena - (2013) Fried Samba


Malena é um projeto de música eletrônica dos produtores britânicos Dan Broad e Chip Wickham. Ambos são produtores experientes, tendo trabalhado com Nightmares On Wax, Aim, Embrace, The Audiowhores, Jimpster e na trilha sonora do filme de Guy Ritchie, Snatch. O som de Malena é uma mistura de elementos latinos, electro swing, samba, bossa-nova e batucadas poderosas. Fried Samba é o primeiro álbum desse projeto. Uma bolacha super dançante com vibrações altamente contagiantes. É um pouco de The Salsoul Orchestra com um Brazilian Cool e uma fatia de Serge Gainsbourg. Também faz parte do projeto a cantora e compositora Susana Montero, que é mais conhecida por seu trabalho com a banda latina RSL, com quem fez turnês por dois anos. Ela também é uma das principais vocalistas latinas do Reino Unido, com créditos participativos que incluem Tito Puente, Tania Maria, Isaac Delgado, Pichi Valdés (Orchesta Reve), Jesus Alemany (Cubanismo) e Roberto Pla. Artista extremamente versátil, Susana escreve em espanhol, inglês e português. Um Swing poderosíssimo flui daqui!

Malena - (2013) Fried Samba:

01 No Llores Mas
02 More Afro
03 Suavemente
04 Fried Samba
05 No Me Digas Nada
06 Que Dificil Es
07 Llega El Verano
08 Supanova
09 Flute Juice
10 Querria Mentir

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O artista não possui página oficial, então, se caso lhe apetecer, siga o Fluxo !!!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Alcohol Jazz - (2005) Beleça


De repente, espontaneamente sem querer querendo, colegas de um curso de Filosofia da Universidade de Madrid, resolveram se juntar para dar liberdade expressiva aos ébrios eflúvios de suas maiores paixões naquele momento: filosofia, álcool e jazz. Em meio a torrentes de manjares etílicos e embriagamentos de clássicos do jazz e do funk, surge o Alcohol Jazz. Temos aqui uma banda espanhola desdobrando-se num ecletismo hiper saudável que nos entorpece com sua beleza sonora e alegria rimbombante. Energia festiva e dançante transbordam dos canecos da criatividade, e revigorantes doses imensamente potentes de groove e swing rodopiam nossas mentes. O balanço come (ou bebe) solto, o rebolado agita o popozão, e a sua boêmia estética destila sonoridades de alto teor técnico-melódicos. Um som bem divertido e descontraído, com pegada quente pra lhe deixar com sede e vontade de múltiplas saideiras. Jazz, soul e funk embebidos de experimentalismos sóbrios que não cambaleiam nem tropeçam a cada tortuosidade virtuosística. Beleça é seu quarto disco. Saúde!

Alcohol Jazz - (2005) Beleça:

01 ¡¡¡Fenomeno!!!
02 Crucero Por Bahía
03 Dha, Gue, Dhi, Nah
04 Tú Sí Que Molas
05 Beleça
06 Que Triste Esta La Playa
07 Van Como Locos
08 El Hombre Calvo
09 Ron Matusalem
10 Sushi
11 Catuaba Style
12 ¡Cuidado Conmigo!
13 Todo Es Mentira

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terça-feira, 6 de março de 2018

Skeewiff - (2003) Cruise Control


Não é novidade para os amantes da boa música que as terras inglesas são uma fábrica exportadora do melhor da música mundial. No rock e na música eletrônica podemos encontrar exemplos clássicos e modernos que influíram, e influenciam até hoje, muito do que é produzido musicalmente em todo o mundo. Acredito que isso não é diferente quanto ao trabalho da dupla de produtores britânicos Alex Rizzo e Elliot Ireland, do inspiradíssimo projeto Skeewiff. Minha audição desta bolacha de 2003, intitulada Cruise Control, a terceira da dupla, foi uma delícia sem tamanho; me surpreendi com a excelência eclética e o cuidadoso primor na combinação de elementos rítmicos múltiplos. Falo aqui de música eletrônica que desfila ligeira e sóbria por estilos como o house, big beat, dance, trip-hop, experimentalismos latinos e flertes atraentes com o soul-funk. Todos esses temperos compõem os malabarismos técnicos de Cruise Control. Para mim, é mais uma daquelas pérolas musicais que descobrimos avulso por aí sem querer querendo, e que acabam fazendo parte constante do nosso repertório de amores para toda vida.

Skeewiff - (2003) Cruise Control:

01 Prelude
02 Cruise Control
03 Nitty Gritty
04 Watermelon Man
05 Feelin' Fine
06 Theme From Dave Allen
07 Now I'm Livin' For Me
08 Pinstripe
09 The Bone - Part One
10 Overdrive
11 Shake What Ya Mama Gave Ya
12 Armageddon
13 Booty Shaker
14 The Bone - Part Two
15 Comin' Home Baby
16 Badinerie

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segunda-feira, 5 de março de 2018

Big Boss Man - (2013) Humanize


Big Boss Man é uma banda inglesa de soul-funk gelatinoso psicodélico. Humanize é o seu excelentíssimo primeiro álbum. Começaram e bem, e acredito que com o andar de sua carruagem artística, ainda não deixaram a peteca musical cair. Carruagem e peteca caem bem como metáforas aqui, pois a sonoridade dessa rapaziada nos infere imagens claras de movimento, fluência, balanço e danças saltitantes. A primeira faixa Humanize já inicia-se numa pegada bruta de batera acompanhada por um tecladinho setentista venenoso e uma guitarra atulhada de swing; é um saboroso convite para toda a pancada musical da faixas posteriores. O disco continua e mutações flutuantes vão se embrenhado explosivas em efeitos meio eletrônicos, meio orgânicos, numa suruba sonora super volatilizante de grooves pesados e firmes. Fusões sonoras mirabolantes derretem-se no ar ao desdobramento de cadências melódicas virtuosísticas, e uma base poderosa alinha-se a batuques vigorosos e robustos. Um tempero de delay cai bem para dar aquele efeito psicodélico maroto e ecos de profundidade viajante. Disco divertido, rsrsrs!

Big Boss Man - (2013) Humanize:

01 Humanize
02 Big Boss Man
03 Sea Groove
04 Money
05 Don't You Tell My Missus
06 Ramshackle Strut
07 Sell Your Soul
08 Big Boss Buddha
09 Party 7
10 Out Of Time
11 125 Special
12 Bad Bad Whisky

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domingo, 4 de março de 2018

Chris Joss - (2018) Misophonia


A cada audição de um novo disco do multi-instrumentista francês Chris Joss, pergunto-me se ele não consegue fazer um disco ruim. Na verdade não ouso saber e nem o quero de fato. Quero mesmo é que cada bolacha produzida por esse excelente artista seja sempre uma melhor do que a outra. Todos os discos do cara são ótimos! Misophonia é o décimo álbum de estúdio da carreira dele. São dez álbuns de excepcional qualidade; todos merecem ser muito bem ouvidos e apreciados. Eu até os compraria se estivessem disponíveis no Brasil (importar, nem pensar! Sairia extremamente caro!) Já virei fã do trabalho desse camarada. O segredo do sucesso de Misophonia é a fidelidade aos experimentos e combinações estilísticas que deram certo anteriormente, e continuarão dando certo no futuro por serem muito bem elaboradas e de alto bom gosto. O soul-funk de base é o prato principal; vem temperado com elementos eletrônicos saturados de swing; resgastes anos setenta ajudam na pintura de coloridos mais abstratos; e um refinado groove abraça dançante o ambiente como um perfumado incenso. Também vale a pena!

Chris Joss - (2018) Misophonia:

01 Glam Boogie
02 Kogo
03 Steam Jet
04 Grateful Dancer
05 Karma Fury
06 Sunshine Ballerina
07 Coping
08 Voids And Bubbles
09 Static Flavor
10 Misophonia
11 Breather
12 Dove Wings

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