Aqui a paulada come solta! Eis uma playlist porreta, nervosa, chamuscante e capetônica! Por volta do anos 2009 ou 2010, durante minhas férias da faculdade, eu corria a noite para a casa da minha namorada, hoje minha esposa, para usar o computador dela e pesquisar umas musiquinhas. Ficava lá, recebendo um chamego gostoso, ouvindo música, tomando cerveja e comendo batata Ruffles; bons tempos pra carOlho! Nesse período fiz uma listinha com tudo que ia pesquisando e ouvindo de novo, e naquele momento eu tinha preferência majoritária pelo rock pauleira; só metal brabo, rsrsrs. KISSMYASS! - Vol. 2 é o resultado das pesquisas realizadas. Clássicos metaleiros do início dos 2000 e de sua seguinte década se fazem presentes nessa seleção chapada que pega fogo de cabo a rabo! Sempre que quero recordar-me dos meus tempos metaleiros, dou um play nessa criança aqui para ver o pau comer. Acho que é a playlist mais barulhenta de todas que já fiz, rsrsrs. Se estiver pronto para um tsunami sonoro infernal e trevoso variado com thrash metal, death metal, hardcore, etc, chegue junto! 🍑
KISSMYASS! - Vol. 2:
01 Divine Heresy - Facebreaker 02 Despised Icon - Furtive Monologue 03 Overkill - Shine On 04 Blessthefall - What's Left Of Me 05 Carnifex - Lie To My Face 06 Machine Head - Slanderous 07 TessaracT - Nascent...
...e muitíssimos, muitíssimos outros.
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Nos anos 90 o metal experimentou novas formas de ser tocado, e libertando-se dos tradicionais estilos do heavy metal, incorporou em seu repertório, ritmos que eram considerados incompatíveis e díspares à sua essência. O que num primeiro momento parecia estranho e alienígena, causando raivosos reboliços frenéticos dos tradicionalistas, acabou tornando-se o normal e habitual, mas que logo em seguida, nos meados dos anos 2000, saiu completamente de moda dando lugar a potência brutal do metalcore. Falamos do malfadado new-metal, ou nu-metal para os mais íntimos; estilo que teve como precursora a ainda hoje famosa banda, KoRn - a revitalização da marca ADIDAS deve muito a esses caras! Esse rótulo de new nunca fez muito sentido para mim, já sempre achei que nada de novo havia naquilo que os anos 90 já experimentavam de montão. Eu preferia o nome alterna-metal. Afinações baixas de guitarras; grooves do capeta; vocais melódicos esquizofrênicos junto com raivosos guturais; rap e eletrônico com metal; atmosferas industrias, sombrias e depressivas; etc. Tudo isso está em NU-METAL - Vol 3. 😜
NU-METAL - Vol, 3:
01 KoRn - Right Now 02 Coal Chamber - Fiend 03 Limp Bizkit - Stuck 04 System Of A Down - Deer Dance 05 Marilyn Manson - Rock'N'Roll Nigger 06 Slipknot - Duality 07 Deftones - Street Carp...
...e muitíssimos, muitíssimos outros!
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Nos anos 90 o metal experimentou novas formas de ser tocado, e libertando-se dos tradicionais estilos do heavy metal, incorporou em seu repertório ritmos que eram considerados incompatíveis e díspares a sua essência. O que num primeiro momento parecia estranho e alienígena, causando raivosos reboliços frenéticos dos tradicionalistas, acabou tornando-se o normal e habitual, mas que logo em seguida, nos meados dos anos 2000, saiu completamente de moda dando lugar a potência brutal do metalcore. Falamos do malfadado new-metal, ou nu-metal para os mais íntimos; estilo que teve como precursora a ainda hoje famosa banda, KoRn - a revitalização da marca ADIDAS deve muito a esses caras! Esse rótulo de new nunca fez muito sentido para mim, já que sempre achei que nada de novo havia naquilo que nos anos 90 já experimentavam de montão. Eu preferia o nome alterna-metal. Afinações baixas de guitarras; grooves do capeta; vocais melódicos esquizofrênicos junto com raivosos guturais; rap e eletrônico com metal; atmosferas industrias, sombrias e depressivas; etc. Tudo isso está em NU-METAL - Vol. 2. 😜
NU-METAL - Vol. 2:
01 KoRn - Here To Stay 02 Coal Chamber - El Cu Cuy 03 Limp Bizkit - Pollution 04 System Of A Down - Chop Suey! 05 Marilyn Manson - Get Your Gunn 06 Slipknot - Left Behind 07 Deftones - My Own Summer (Shove It)...
...e muitíssimos, muitíssimos outros!
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Groove Metal para você balançar a cabeleira e o popozão. Montei esta playlist com a intenção de fazer um estudo sobre coisas atuais do metal moderno. O resultado ficou interessante e bem eclético. O que caracteriza basicamente as bandas aqui selecionadas é o seu estilo meio pop, cheio de groove e cadência, e muito peso. PAULEIRA'S - Vol. 1 é uma playlist despretensiosa feita instintivamente ao coletar músicas meio que em método aleatório. Acho que deu certo, se eu tivesse pensado passo a passo como fazê-la, não teria dado um bom resultado. A grande maioria das bandas selecionadas eram completamente desconhecidas para mim, e um dos meus intentos era mesmo surpreender-me com novidades musicais não imaginadas. De fato, muitas das bandas contidas nessa compilação acabaram por tornar-se minhas favoritas na contemporaneidade metaleira. Muita gritaria, muito instrumental pesadão, alguns elementos eletrônicos, melodia grudenta e excelentes produções, compõem cada canção aqui apresentada. Faça seu login no Spotify, siga minha playlist e divirta-se pra carOlho por aí! Tchau! 👅
PAULEIRA'S - Vol. 1
01 DVSR - Shutdown... 02 Exotype - Wide Awake 03 Upon This Dawning - Anima 04 Dreamshade - Dreamers Don't Sleep 05 Eskimo Callboy - Best Day 06 Widways - Princess 07 Heart Of A Coward - Hollow...
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A música eletrônica é dos gêneros mais ecléticos do mundo. O trabalho doDJ é um dos mais engenhosos possíveis dentro do cenário de composições sonoras, pois, apesar de trabalhar com muitos elementos já prontos e sintetizados, ainda é preciso grande criatividade para elaborar combinações e mixagens de extrema originalidade. Mal compreendida por quem não conhece as complexidades da ciência da mixagem, a música eletrônica ainda é vista com certas ressalvas estéticas. Entretanto, hoje trago umaplaylist, que se muito bem escutada, pode ajudar a desvanecer os receios sonoros e mostrar uma nova perspectiva de outras formas de se produzir música. E isso porque estou falando de um gênero que tem mais de cinquenta anos de existência e que tem suas raízes em experimentos musicais do século XIX! BREAKBITCH - Vol. 1 traz clássicos dos anos 90 e 2000, dando ênfase a estilos como o breakbeat, bigbeat, drumbass e coisas similares desenvolvidas pelas genialidades, em grande parte, djzísticas britânicas, que tiveram a estupenda sacada de fazer um híbrido de rock, soul, dub, hip-hop com a música eletrônica. Curta aí! 👅
BREAKBITCH - Vol. 1:
01 The Chemical Brothers - Block Rockin' Beats 02 The Prodigy - Smack My Bitch Up 03 Fatboy Slim - Rockafeller Skank 04 The Crystal Method - Realizer 05 Basement Jaxx - Where's Your Head At 06 Groove Armanda - Superstylin'...
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Tá calor pra carOlho, né?! Odeio! Mas convenhamos que o clima está excelentíssimo para você pegar aquela geladinha, sentar na varanda da sua casa acompanhado da sua esposa charmosa para um delicioso bate-papo, e ouvir a sonzeira certa no capricho que deixa o ambiente na pura delícia da paz, sossego e relaxamento. Já fiz isso várias vezes e recomendo; principalmente quando a grana tá curta e não dá para passear para fora e o jeito é curtir o momento no aconchego do seu lar. Aqui o relaxamento acontece na base do rock pauleira, rsrsrs. E para você, assim como eu, que gosta dum som pesadão para dar aquela animada no astral, escolhi 10 álbuns do cenário atual do Metal que muito me chamaram a atenção e que curti bastante. Pesados, melódicos, contemplativos, introspectivos, brisantes e muito mais se pode dizer dessas bolachinhas saborosas. Ótimos não só para serem ouvidos em casa, mas também como trilha sonora em perambulações viajantes nas estradas da vida. Adoro ouvir música enquanto dirijo. Todos os discos estão disponíveis na plataformas de streaming. Fique aí com 10 Dicas Rogerianas Do Novo Metal - Parte 1! 🤘
10 Dicas Rogerianas Do Novo Metal - Parte 1
The Brave - (2019) Aura:
The Brave é uma banda australiana de new-metalcore de Brisbane, formada em 2013, e conta com os guitarristas Kurt Thomson e Denham Lee, o baterista Brent Thomson, o baixista Daniel Neucom e o vocalista Nathan Toussaint. Eles lançaram dois álbuns de estúdio: Epoch e Aura. E como é de se esperar na estética pós-moderna metalística alternativa, o som desses camaradas é um mix de experimentos modernosos do metal que já vinham sendo trabalhados: nu-metal, elementos eletrônicos, música pop e muitas ambientações flutuantes atmosféricas com melodias saudosistas e nostálgicas. Aura, seu segundo trabalho, lançado em 2019, é o que recomendo para você dar uma conferida. Adoro nele exatamente essa característica contemplativa, introspectiva, esvoaçante e brisante. Flua! ☁️
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Thornhill - (2019) The Dark Pool:
A banda australiana Thornhill é uma das bandas mais interessantes a aparecer na cena do metalcore atual. Um gênero sinônimo de bandas que se esforçam para fazer o mesmo som, e que recebeu boas críticas em seus esforços experimentalistas nos últimos anos. O gênero precisava de uma nova visão das coisas, um novo som e novas ideias para se tornar uma força presente. Thornhill veio par ajudar neste processo de revitalização. Com letras fortes, com temas sobre vida após a morte, doença, amor e perda, The Dark Pool, seu primeiro álbum, traz um lirismo selvagem e atmosférico excelente para os admiradores de sons pesadões e esvoaçantes ao mesmo tempo. Banda jovem que trouxe um álbum maravilhoso que os coloca no mapa estelar de ascensão musical. 🔥
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Black Coast - (2021) Outworld:
Black Coast é mais uma banda britânica dessa nova onda eclética de misturebas loucas e deliciosas do sei lá como chamar, new nu-metal, nu-metalcore ou new core, não importa! O fato que é essas bandas dessa safra contemporânea conseguem, de acordo com meu gosto, fazer uma mescla perfeita de suas influências num metal alternativo que muito reflete o melhor de tudo o que já foi produzido anteriormente por uma porrada de bandas heterogêneas. Outworld, o primeiro álbum do grupo traz a alquimia de múltiplos experimentos sonoros metalísiticos. Temos aquele groove que não pode faltar, sambando gostoso em elementos industrializados e melancólicos ao estilo Deftones, e evocando aquela nostalgia introspectiva anestésica. Muito peso e balanço. Confira aí e depois me agradeça! 😘
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Death Blooms - (2021) Life Is Pain:
Diretamente mais uma vez das terrinhas britânicas, temos agora outra excelente banda iniciante que veio em busca de seu espaço artístico na musicalidade contemporânea: o pesadão e bombado no groove, Death Blooms. Para gostos como o meu que foram moldados no experimentalismo e alternatividade do metal dos anos 90 e 2000, o trabalho dessa galera é de fácil e suave degustação. As palavras-chave aqui são peso, balanço, agressividade e melodia. Não há novidade mercadológica nesse tipo de combinação, contudo, o cozimento desses ingredientes no primeiro álbum do grupo, Life Is Pain, apresenta um resultado de altíssima qualidade para os amantes dum nostálgico nu-metal; não é especificamente o estilo da banda, entretanto, a influência é inquestionável. Muuu...ito bom! 🤘
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While She Sleeps - (2021) Sleeps Society:
While She Sleeps, banda britânica de metalcore formado em 2006, integra o vocalista Lawrence Taylor, os guitarristas Sean Long e Mat Welsh, o baixista Aaran McKenzie e o baterista Adam Savage. Atualmente contratados de seu próprio selo independente, Sleeps Brothers no Reino Unido, colaboram também com a Spinefarm Records nos Estados Unidos e UNFD na Austrália. Com três EPs, And This Is Just The Start, Split e The North Stands For Nothing, e cinco álbuns de estúdio, This Is The Six, Brainwashed, You Are We, So What? e Sleeps Society, receberam o prêmio de Melhor Revelação Britânica no Kerrang! Prêmios 2012. Sleeps Society é melodioso, agressivo, e pesadão como deve ser numa produção redondinha de extremo profissionalismo. Destaque para as excelentes linhas de guitarras. 😴
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Cabin Boy Jumped Ship - (2022) Sentiments:
Cabin Boy Jumped Ship, banda britânica porreta da peste de pesada. Seguindo as modernidades estéticas do estilo metaleiro atual, o grupo traz uma farofa bem temperada com o que de mais interessante e experimental tem sido feito: elementos eletrônicos, elementos industrias, elementos pop, metalcore e groove nervoso. Essa rapaziada já lançou três álbuns, sendo Sentiments o terceiro. Sentiments é a síntese perfeita dessa mescla de influências e abordagens experimentais. Traz uma porção de canções flamejantes para transformas os moshpits do mundo em pistas de dança endiabradas. O grande diferencial na sonoridade aqui está na justaposição equilibrada de melodia, dramaticidade e desespero violento nas interpretações dos vocais de Conor Peek e do baterista Reece Miller. Forte! 🐍