sábado, 21 de julho de 2018

Höröyá - (2016) Höröyá


Do site da banda: "Höröyá é um grupo de música instrumental, da cidade de São Paulo, Brasil, composto por nove integrantes, entre brasileiros e africanos, que tem como influência: culturas tradicionais de países do oeste africano, como Guiné, Mali e Senegal; diversas vertentes afro-brasileiras, como o samba e toques de candomblé; o afrobeat da Nigéria e de Gana e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz. A instrumentação segue a diversidade cultural das influências, com diversos timbres nas composições. Instrumentos tradicionais africanos como ngoni, dunun, djembe, balafon, krin, sabar e tama, soando junto com a brasilidade dos atabaques, berimbaus e cuíca, e a contemporaneidade de guitarras, baixo, saxofones, trombones e trompetes, o grupo propõem uma nova musicalidade, re-significando origens e influências das matrizes africanas. Höröyá é uma palavra de origem Mandeng, cultura do oeste da África, que significa 'liberdade', 'autonomia', 'dignidade' e foi o termo usado durante a luta anti-colonialista na Guiné, para a afirmação de seus caminhos e ideais". - Sonzeira fenomenal!

Höröyá - (2016) Höröyá:

01 Abertura Höröyá
02 Tama Tama
03 Mansa Fela
04 Höröyá
05 Horo Baccka
06 Samba Recck
07 Yorubá Fe
08 Nagô Don
09 Aboyhörö

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Sinta a pegada! (faixa Mnsa Fela):



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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Èkó Afrobeat - (2017) Èkó Afrobeat


Afrobeat brasileiro cheio de amor e protesto. Afrobeat de qualidade excepcional e de nível internacional. Não deixa nada a dever ao que é produzido mundialmente, e inclusive já disse e retorno a dizer: o Brasil ainda será um dos expoentes importadores da música afrobeat. Aqui nesta terrinha nós temos in loco todo o material essencial para compor e temperar o que é necessário para elaborar um bom afrobeat: a ancestralidade negra e nossa natural capacidade de miscigenar os ingredientes estrangeiros com a cultura popular. Èkó Afrobeat, da cidade de São Paulo, executa em seu álbum de estréia autointitulado, toda essa combinação estética com precisão técnica e desenvoltura elegante, nos proporcionando um disco belamente leve, simples e ao mesmo tempo virtuosístico. Traz balanço, molejo e swing, desdobrados num afrobeat mesclado em potentes linhas soul-funk e MPB. Esse trabalho é do ano passado e eu acabei não conseguindo postá-lo no seu devido tempo, mas, como dizem, "antes tarde do que nunca", e agora chegando no momento exato de podermos curti-lo junto a outras lindas bolachas do afrobeat.

Èkó Afrobeat - (2017) Èkó Afrobeat:

01 1º De Maio
02 Macô
03 Arafro
04 Mulher Negra
05 10 De Abril
06 Sambou África
07 Reyes
08 Não Tem Como
09 Kalakuti
10 Enemy

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Grande apresentação no Instrumental SESC Brasil:



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quinta-feira, 19 de julho de 2018

EMEFE - (2010) Music Frees All


Música livre para todos é uma coisa inegavelmente desejável. Música livre e libertadora é a proposta dos estadunidenses do EMEFE, mais uma deliciosa banda de afrobeat que aporta por aqui. Aquela coisa fina de sempre! Deslumbrante e arrebatador para mais alguns minutos de contemplação estética na sua vida. Um disco bonito que achei por aí e não poderia deixar de lhe reportar. Music Frees All é o primeiro álbum dessa rapaziada cheia de criatividade e bom gosto. Esse trabalho não apresenta um afrobeat que repete a fórmula pronta do gênero; respeita os elementos tradicionais da música nigeriana e acrescenta com mais ênfase as influências jazzísticas virtuosísticas. São oito faixas que me conquistaram; pirei nessa abordagem mais jazz da música. A capa do disco é bem simples, bem fuleira, mas com um conteúdo musical que surpreende quem às vezes procura os trabalhos pela capa, como eu. Só no sapatinho molejante, com o requebrado malandro, com um swing carregado de energia refinada e sensual, o som do EMEFE vai nos abraçando e evolvendo com seus metais solfejadores de melodias inebriantes.

EMEFE - (2010) Music Frees All:

01 Jump And Stomp
02 Free Your Self
03 The War And Consequence
04 The Night
05 221 Groove
06 Sumo
07 Sneaky
08 Oh, That's What It Is

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

The Cactus Channel - (2013) Wooden Boy


Só Pedrada Musical, por gentileza: "Com dez músicos, entre homens e mulheres, a big band The Cactus Channel é mais uma sonzeira responsa vinda da Austrália. Formada por uma molecada de Melbourne, a banda tem um raw funk instrumental como base principal e é claramente influenciada pelo som de bandas como Menahan Street Band, Budos Band e outras semelhantes na linha Daptone Records. Em pegada de orquestra, o naipe de metais tem grande destaque, mas o conjunto inteiro representa muito. [...] - Oficina De Macacos, complemente: "O que está na jogada é criatividade, ótimas referências e muito talento. [...] Uma banda nova com integrantes de pouca idade, recém-formados, mas na estrada desde 2009. Tal frescor é transpassado em seu som, o que soa exclusivo e moderno. Porém, foi gravado com técnicas old school, de forma analógica. Acontece que a sonoridade é de vanguarda. [...]" - E esta vanguarda traz ambientações sinistras mescladas a muito groove e competência técnica num instrumental de dar água na boca. Wooden Boy é o seu segundo álbum.

The Cactus Channel - (2013) Wooden Boy:

01 Who Is Walt Druce
02 Wooden Boy (Part 1)
03 Jorge Buccio
04 Wooden Boy (Part 3)
05 Laika
06 How Did This Happen?
07 X Ray Bear
08 Bison Slide
09 Did Everyone Meet Siadon That Night?
10 Black Flag And Lady Bountiful

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terça-feira, 17 de julho de 2018

The Brighton Beat - (2015) Off We Go


Hoje lhe apresento mais uma banda estadunidense de afrobeat da cidade de Nova Iorque. Afrobeat gostoso e bem diferente, com muitos toques de jazz, soul e reggae. Tudo misturado com beleza e destreza técnica. Tudo bem ensaiado e tocado com alegria e desenvoltura. Falo do The Brighton Beat; grupo colorido e excelentemente eclético. Olhe que beleza a capa de seu segundo álbum de estúdio, Off We Go! Mais uma daquelas descobertas que descubro sem querer querendo nas internets. No entanto, é uma descoberta para mim, às vezes você até já conhecia a parada e nem me avisou de sua existência. O que Off We Go apresenta é apenas mais ponto de luz universal a iluminar as trevas do lixo musical mercadológico de sempre - afrobeat é luz e resistência contra a gravidade das músicas da ignorância e da ilusão. Derramando amor estético, sons da liberdade fluem para limpar o ambiente com sua positividade e balanços de alegria. Tudo para cima para restaurar a esperança! Essa super banda de treze integrantes criou um disco que não pode passar despercebido para os amantes da boa música.

The Brighton Beat - (2015) Off We Go:

01 Off We Go
02 Green Monster
03 Hit The Bricks
04 Fortune Teller
05 Fortune Told
06 Stand With The Herd - Part 1
07 Stand With The Herd - Part 2
08 Red Orange
09 Orange Sunshine
10 Summer Lullaby

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Big Mean Sound Machine - (2011) Ouroboros


Banda estadunidense da cidade de Nova Iorque, tocadora do mais maroto afrobeat, é a espetacular Big Mean Sound Machine. Demorou até demais para aparecer neste blog, mas finalmente chegou o momento certo de apresentá-la por aqui. Eu já fico bem feliz quando pego um disco com uma capa toda colorida cheia de desenhos abstratos meio psicodélicos; vejo aí uma pista de músicas que podem me agradar! Foi assim que conheci o som do Big Mean Sound Machine; pesquisando coisas relacionadas de afrobeat, me deparei com essa capa aí do seu primeiro álbum intitulado Ouroboros; gostei da capa, do título do álbum e principalmente do conteúdo - som de imensa qualidade! Tradicional e modernoso ao mesmo tempo, com influências dialogantes com o jazz e soul-funk, e com as essenciais batucadinhas afro dando aquele ar tribal e super orgânico. Inteiramente instrumental, debulhando com beleza uma virtuosidade técnica aliada ao refinamento sutil que flui firme em ambientações fortes e sinestésicas. É esse desenho da capa em forma de música. Um tesão de disco!

Big Mean Sound Machine - (2011) Ouroboros:

01 March Of The Machine
02 The Egg
03 Dr Iguana
04 Drunk And Crying
05 Tongue Power
06 Tzar Bomba
07 Nice Vice
08 Jujumanji
09 Spacecakes
10 A Grain Of Sand

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domingo, 15 de julho de 2018

Black Flower - (2014) Abyssinia Afterlife


Acabou a Copa Do Mundo e vai acabando o sossego do nosso amado Domingo. Vai batendo aquela mini tristeza, pois mais uma semana de labutas nos espera sem demora. Por sorte, temos ferramentas mágicas para nos dar força e energia para continuarmos a busca por realização dos nossos sonhos. A bolachinha de hoje, para fechar a noite, é uma dessas ferramentas que precisamos. Black Flower é uma banda belga de excelentíssimo afrobeat. O afrobeat dispensa apresentação por aqui - gênero musical que é a cara especial deste blogAbyssinia Afterlife é o maravilhoso álbum de estreia do grupo. Os elementos essenciais estéticos do estilo estão plenamente presentes: groove maroto, molejo malandro, balanço gostoso e deliciosa virtuose instrumental. Além dos elementos essenciais, ainda se encontra em muitas saborosas passagens, arremedos singelos das influências jazzísticas e do ecletismo étnico. Tudo flui só no sapatinho e na morosidade sofisticada de quem tem calma com a aplicação técnica e elegância na arquitetação estrutural da música. Um disco bonito que combina sobriedade e fineza com maturidade e inteligência.

Black Flower - (2014) Abyssinia Afterlife:

01 Solar Eclipse
02 Upwards
03 I Threw A Lemon At That Girl
04 Jungle Desert
05 Winter
06 Star Fishing
07 The Legacy Of Prester John
08 Again I Lost It
09 Abyssinia Afterlife

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